ARTE – PINTURA – ÉDOUARD MANET – 1832 – 1883

 

ARTE TODO DIA FAZ BEM !

MATRICULE-SE PARA A AULA DE HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA EM SANTOS – COLÔNIA E IMPÉRIO – COM O ARTÍSTA E PROFESSOR LOPRETO

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Manet foi Pintor Francês e o artísta mais importante da transição Realista para o Impressionismo. Estudou com o Pintor Thomas Couture e viajou pela Europa, onde conheceu a obra de grandes mestres como Velázquez, Goya e Frans Hals. Influendiado por estas obras e artístas, Manet passou a explorar uma temática mais livre e se lançou a procura de novas soluções pictóricas. Orientado pelo estilo Realista de Gustave Courbet, abriu seu stúdio em Paris em 1856.

Em 1863 teve sua obra ” Le dejeuner sur l`herbe “ ( O almoço na Relva ) recusada no Salão de Paris, por conter, acima de tudo, personagens de sua própria época retratados na pintura – com a mulher nua acompanhada por dois amigos vestidos. Representar pessoas do seu próprio tempo e não figuras heróicas ou ” clássicas “, era sinônimo de ” mau gosto “, ou, ” moderno ” usado como têrmo pejorativo.

Manet levou para a Pintura ( dada a influência particularmente de Goya e Velázques ) personagens não aceitos na arte oficial, como os ” excluídos ” da sociedade – incorporou tambem os gestos e cenas do cotidiano com a soltura das ações enquanto acontecem. ” Olympia “, foi outra obra que incomodou a crítica, por sugerir contextos da sexualidade feminina em seu despojamento. Ao seu redor e em sua defesa,  juntaram-se jovens artístas, identificados com as transformações na arte – Os Impressionistas – Edgard Degas, Claude Monet, Pierre Auguste Renoir, Paul Cézanne e Camile Pissarro.

Em 1873, Monet, Renoir, Pissarro e Sisley, organizaram o ” Salão dos Independentes “, onde os artístas identificados com uma nova representação, passaram a ter onde apresentar seuas obras. Em tôrno do Café Guerbois, nascia nos anos 70 do século XIX – O Impressionismo. Manet representou para o grupo a quebra de paradigmas com a arte oficial – sua obra imprimiu um novo tratamento para as cores, a valorização do traço e a desconsideração pelo detalhe, a luz como moduladora dos volumes – a pintura fora do stúdio, possibilitando maior realização colorística – assim tornou-se um dos maiores representantes do início de  um grande momento de transforações que atuaria em novos desdobramentos nas artes até o início do século XX.

 

EDOUARD MANET -  Le Balcon, 1868-69.

EDOUARD MANET - Le Balcon, 1868-69.

 


This entry was posted on terça-feira, maio 4th, 2010 at 13:41 and is filed under Sem categoria. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

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