ARTE – MUSICA – ARAM KHACHATURIAN -1903 – 1978

ARTE RENOVA O OLHAR

MATRICULAS ABERTAS PARA O CURSO DE ARTE MODERNA EM PARIS E VIENA E PARA O CURSO DE ARTE MODERNA INTERDISCIPLINAR COM IN√ćCIO DIA 3 DE SETEMBRO – S√ÉO PAULO.

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luilopreti@hotmail.com


Aram Khachaturian foi um Compositor Arm√™nio. Come√ßou sua forma√ß√£o em Musica tardiamente e de forma autodidata, iniciando seu aprendizado em Tuba e Piano. Identificado com as manifesta√ß√Ķes espont√Ęneas da Musica Popular e Folcl√≥rica, desenvolveu um trabalho de resgate das can√ß√Ķes e temas das suas origens arm√™nias. Nascido na Ge√≥rigia, ainda pertencente ao Imp√©rio Russo, foi para Moscou ende estudou Violoncelo e Composi√ß√£o. Comp√īs musica Orquestral e Ballets como “ Shchastye ” de 1939, ” Gayane ” de 1939-41 onde est√° inclu√≠da a ” Dan√ßa do Sabre ” – uma das suas mais surpreendentes composi√ß√Ķes – e ” Spartacus ” de 1950-54. Entre suas composi√ß√Ķes Orquestrais temos as ” Symphony N 1 ” de 1934, ” Symphony N 2 The Bell Symphony ” de 1943-44, ” Symphony N 3 Symphony-Poem ” de 1947, as Suites – ” Suite from Gayane ” N 1, N 2 e N 3 de 1944, ” Ode in Memory of Vladimir Ilich Lenin ” de 1948, ” Suite from Battle of Stalingrad ” de 1949, ” Thriumphal Poem ” de 1950, as Suites – ” Suite from Spartacus N 1, N 2 e N 3 de 1955 e a ” Symphony Pictures from Spartacus ” de 1955.

ARAM KHACHATURIAN

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ARAM KHACHATURIAN - KHACHATURIAN COM SEU ALUNO KIRIL VOLKOV.

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ARTE – CINEMA – LUCHINO VISCONTI II – 1906 – 1976

ARTE ACORDA O OLHAR

MATRICULAS ABERTAS PARA O CURSO EM PARIS E VIENA E PARA O CURSO INTERDISCIPLINAR DE ARTE MODERNA ( SÃO PAULO Р3 DE SETEMBRO РDAS 14:30 AS 16 HS )

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Luchino Visconti de Modrone foi Diretor de Cinema, Teatro e √ďpera e Roteirista Italiano. √Č considerado um dos maiores Diretores de todos os tempos e um dos representantes da restaura√ß√£o da Po√©tica na linguagem do Cinema. De familia nobre de Mil√£o, teve educa√ß√£o exemplar desde crian√ßa, quando conheceu o compositor Giacomo Puccini, o Maestro Arturo Toscanini e o Escritor Gabriele d`Annunzio. Dirigiu Teatro e √ďpera como a ” La Vestale “ em 1954, incluindo uma de suas cenas no filme ” Censo “ do mesmo ano. Sua forma√ß√£o em Arte fez de suas obras verdadeiras composi√ß√Ķes que integram os elementos da Dire√ß√£o de Arte, tornando-a condutora da narrativa visual. A beleza pl√°stica de seus filmes criam uma atmosfera de total integra√ß√£o entro os elementos da Montagem. Nos filmes ” O Leopardo ” ( 1963 ) e em ” A Morte em Veneza ” ( 1971 ), conseguiu total excel√™ncia e Po√©tica de linguagem dos elementos compositivos, tornando-os verdadeiros exemplosw do que a S√©tima Arte √© capaz de realizar. Trata dos conceitos filos√≥ficos sobre a beleza em obras adaptadas ou em roteiros originais, focando o drama humana em toda a sua plenitude.

LUCHINO VISCONTI

LUCHINO VISCONTI

LUCHINO VISCONTI - CENA DE O LEOPARDO, 1963.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE O LEOPARDO, 1963.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE O LEOPARDO, 1963.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE O LEOPARDO, 1963.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE O LEOPARDO, 1963.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE O LEOPARDO, 1963.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE A MORTE EM VENEZA, 1971.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE A MORTE EM VENEZA, 1971.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE A MORTE EM VENEZA, 1971.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE A MORTE EM VENEZA, 1971.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE A MORTE EM VENEZA, 1971.

LUCHINO VISCONTI - CENA DE A MORTE EM VENEZA, 1971.


ARTE – FOTOGRAFIA – CARLOS P√ČREZ SIQUIER – 1930

ARTE ACORDA O OLHAR

MATRICULAS ABERTAS PARA O CURSO DE ARTE MODERNA EM PARIS E VIENA E PARA O CURSO DE ARTE MODERNA INTERDISCIPLINAR ( IN√ćCIO 27 DE AGOSTO, DAS 14:30 AS 16 HS )

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Carlos P√©rez Siquier √© um Fot√≥grafo Espanhol. Nascido em Almer√≠a foi fundador da AFAL ( Agrupaci√≥n Fotogr√°fica Almeriense ) no final dos anos 50, desenvolvendo um trabalho considerado como um dos mais importantes da vanguarda espanhola de Fotografia. Durante tres d√©cadas fotografou o bairro La Chanca em Almer√≠a, retratando em s√©ries seus entornos. Desenvolve s√©ries como document√°rios, retratando especialmente as a√ß√Ķes espont√Ęneas do cotidiano. Busca o indiv√≠duo e sua forma de express√£o com forte influ√™ncia da POP ART, tanto nas fotos PB como coloridas. Revela fragmentos e detalhes de ironia das suas viv√™ncias p√≥r onde passa. J√° participou de v√°rias exposi√ß√Ķes importantes como a Feira Internacional de Arte Contempor√Ęnea ARCO e em 2003 recebeu o Pr√™mio Nacional de Fotografia. Tem obras no acervo permanente do Museo Nacional Centro de Arte – Reina Sofia – e nos maiores Museus e Funda√ß√Ķes da Espanha.

Carlos P√©rez Siquier ¬© Jes√ļs Mor√≥n / EL MUNDO

CARLOS P√ČREZ SIQUIER – FOTO DE JES√öS MORON/EL MUNDO.

Carlos Pérez Siquier

CARLOS P√ČREZ SIQUIER – LA CHANCA, ALMER√ćA, ESPANHA.

CARLOS P√ČREZ SIQUIER – CABO DE GATA, 1991.

CARLOS P√ČREZ SIQUIER – ALMER√ćA.

CARLOS P√ČREZ SIQUIER – EXPOSI√á√ÉO COLOR DEL SUR – 1970-1980.


ARTE – TEATRO – OSCAR WILDE III – 1854 – 1900

ARTE ACORDA O OLHAR

MATRICULAS ABERTAS PARA O CURSO DE ARTE MODERNA EM PARIS E VIENA E PARA O CURSO INTERDISCIPLINAR DE ARTE MODERNA ( SÃO PAULO Р27 DE AGOSTO РDAS 14:30 AS 16:00 )

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Oscar Fingal O`Flahertie Wills Wilde, foi Escritor, Poeta e Dramaturgo Irland√™s. Estudou na Portora Royal Scchool de Enniskillen e no Trinity College em Dublin. Depois ganhou uma bolsa para estudar na Inglaterra no Magdalen College em Oxford onde ganhou o pr√™mio Newdigate pelo poema ” Ravenna “. A partir de 1892, escreveu grandes pe√ßas como ” O Leque de Lady Windermere “ de 1892, ” Uma Mulher sem Import√Ęncia ” de 1893, ” Um Marido Ideal “ e ¬†“A Import√Ęncia de ser Prudente ” de 1895. Preso, escreveu em 1893 a pe√ßa ” Salom√© “. Com uma t√©cnica de constru√ß√£o de personagens e de trama inigual√°vel, distinguiu-se pela ironia e capacidade impar de tocar em grandes quest√≥es humanas, desbravando o universo de preconceitos e convencionalismos. Fundador da est√©tica Dandi ou Dandismo, baseada na transfigura√ß√£o e quebra de paradigmas na sociedade industrial, conseguiu transformar e criar novos parametros desde o modo de vestir √†s considera√ß√Ķes criticas da sociedade da √©poca. ¬†Entre suas obras de Teatro ainda podemos citar ” A Duquesa de P√°dua “ e n√£o podemos deixar de mencionar o sucesso da obra ” Salom√© “ representada em Paris pela genial Sarah Bernardt como protagonista em 1896.

OSCAR WILDE

OSCAR WILDE


ARTE – DESIGN/ARQUITETURA – ARNE JACOBSEN II – 1902 – 1971

ARTE  ACORDA O OLHAR

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Entre os principais Arquitetos e Designers da cena Moderna n√≥rdica temos Arne Jacobsen. Formou-se pela Academia Real Dinamarquesa de Belas Artes em 1927, tornando-se mais tarde um de seus mais brilhantes professores. Foi Arquiteto e Designer de interiores projetando Movelaria, Textil e Cer√Ęmicas. Participou como estudante da fant√°stica Exposition Internationale des Arts Decoratifs et Industriels Modernes de Paris em 1925 – a Feira Art Deco – , ganhando uma Medalha de prata por um projeto de cadeira. A partir desta experi√™ncia, passou a ter forte influ√™ncia do Arquiteto franc√™s Le Corbusier e ap√≥s uma viagem para a Alemanha tornou-se adepto do pensamento dos Arquitetos Mies Van Der Rohe e Walter Gropius – ESCOLA BAUHAUS. Em 1929, em parceria com o Arquiteto Lassen Flemning, ganhou uma competi√ß√£o da Associa√ß√£o dos Arquitetos Dinamarqueses para projetar a ” Casa do Futuro “ – casa em forma espiral, telhado de vidro e concreto, garagem para barco e Heliponto. Capaz de criar projetos complexos como o Danmarks Nationalbank ou uma simples s√©rie de talheres, suas principais cria√ß√Ķes no Design, destacam-se pela essencializa√ß√£o das formas e integra√ß√£o ao projeto arquitet√īnico como um todo como podemos ver com a cadeira ” Ant “ de 1952, a ” S√©rie 7 “ de 1955, a poltrona ” The Egg ” e na ” The Swan “ projetada para o ” Royal SAS Hotel “ em 1958 juntamente com a “s√©rie de talheres ” Cylinda-Line “ de 1967. Como Arquiteto fez os projetos de apartamentos ” Bellavista Klainpenborg “ ( 1933-34 ), o ” Bellavue Teatro “ ( 1935-36 ), em colabora√ß√£o com Erik Moller criou o ” Arhus Town Hall ( 1939-42 ), o ” Glostrup Tow Hall ( 1958 ) e o SAS Royal Hotel Copenhagen ( 1958-60 ), o ” Danmarks Nationalbank ( 1965 ) e o ” Col√©gio Santa Catarina ” em Oxford ( 1964-66 ). Como um grande adepto do Modern Style, pensava o projeto enquanto unidade e √© considerado um de seus maiores representante.

ARNE JACOBSEN

ARNE JACOBSEN

ARNE JACOBSEN - CHAIR SERIES 7, 1952.

ARNE JACOBSEN - CHAIR SERIES 7, 1952.

ARNE JACOBSEN - ANT CHAIR, 1952.

ARNE JACOBSEN - ANT CHAIR, 1952.

ARNE JACOBSEN - EGG CHAIR, 1957.

ARNE JACOBSEN - EGG CHAIR, 1957.

ARNE JACOBSEN - DROP CHAIR, 1958.

ARNE JACOBSEN - DROP CHAIR, 1958.

ARNE JACOBSEN - TABLE BASSE, 1960.

ARNE JACOBSEN - TABLE BASSE, 1960.

ARNE JACOBSEN - SAS ROYAL HOTEL COPENHAGEN, 1958-60 - FACHADA.

ARNE JACOBSEN - SAS ROYAL HOTEL COPENHAGEN, 1958-60 - FACHADA.

ARNE JACOBSEN - SAS ROYAL HOTEL COPENHAGEN, 1958-60 - INTERIOR.

ARNE JACOBSEN - SAS ROYAL HOTEL COPENHAGEN, 1958-60 - INTERIOR.

ARNE JACOBSEN - SERVICE CYLINDA-LINE, 1967.

ARNE JACOBSEN - SERVICE CYLINDA-LINE, 1967.

ARNE JACOBSEN - VOLA SPOUT, 1968.

ARNE JACOBSEN - VOLA SPOUT, 1968.


ARTE – PINTURA – PAUL C√ČZANNE III – 1839 – 1906

ARTE ACORDA O OLHAR

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Paul Cezanné foi um Pintor Francês. Desenvolveu no seu trabalho as novas bases para a Pintura Moderna. Redimensionou a obra de Arte, como desdobramento dos processos criativos, incorporando nas descobertas um nova Poética pictórica. Lançou nova luz sobre o significado da imagem e da composição, construindo uma estruturação inteligente, capaz de deixar fluir o conjunto dos sentidos do artista simultaneamente à captação do motivo. Valorizou o instante enquanto possibilidade direta para a impressão de uma expressão. Cezanné, no seu isolamento, criou uma nova inteligência para a construção de imagens, considerando em primeiro lugar a forma na qual seriam construídas, as correspondências entre seus elementos ( formas, pinceladas, texturas e cores ) para obtenção de uma unidade capaz de proporcionar uma comunicação direta com os sentidos de expectador. Por isso, é considerado o tradutor de uma nova concepção artística que possibilitou às vanguardas posteriores, principalmente ao Cubismo, novos desdobramentos artísticos que incorporaram e conquistaram novas liberdades de expressão.


PAUL C√ČZANNE

PAUL C√ČZANNE

PAUL C√ČZANNE - ETUDE, PAYSAGE A AUVERS, 1873.

PAUL C√ČZANNE - ETUDE, PAYSAGE A AUVERS, 1873.

PAUL C√ČZANNE - JAS DE BUFFAIN, THE POOL, 1876.

PAUL C√ČZANNE - JAS DE BUFFAIN, THE POOL, 1876.

PAUL C√ČZANNE - MAISONS AU BORD D`UNE ROUTE, 1881.

PAUL C√ČZANNE - MAISONS AU BORD D`UNE ROUTE, 1881.

PAUL C√ČZANNE - GARDANNE, 1885-86.

PAUL C√ČZANNE - GARDANNE, 1885-86.

PAUL C√ČZANNE - MAISON ET FERME DU JAS DE BOUFFAN, 1889-90.

PAUL C√ČZANNE - MAISON ET FERME DU JAS DE BOUFFAN, 1889-90.

PAUL C√ČZANNE - MILLSTONE AND CISTERN UNDER TREES, 1892.

PAUL C√ČZANNE - MILLSTONE AND CISTERN UNDER TREES, 1892.

PAUL C√ČZANNE - LE LAC D`ANNECY, 1896.

PAUL C√ČZANNE - LE LAC D`ANNECY, 1896.

PAUL C√ČZANNE - BEND IN FOREST ROAD, 1902-06.

PAUL C√ČZANNE - BEND IN FOREST ROAD, 1902-06.


ARTE РINTERVENÇÃO URBANA/NA PAISAGEM/ESCULTURA РTADASHI KAWAMATA Р1953

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Tadashi Kawamata √© um artista Japones. Graduado pela University of Fine Arts de Tokyo, desenvolve um trabalho interdisciplinar de arte, tendo como ponto de partida as rela√ß√Ķes escult√≥ricas em novas considera√ß√Ķes, com apelos Arquiteturais e das Artes Visuais, criando escrituras espaciais – um mix de linguagens art√≠sticas para a constru√ß√£o de um espa√ßo ins√≥lito nas Interven√ß√Ķes Urbanas. Tem no espa√ßo fisico das cidades e seus apelos o lugar ideal para suas constru√ß√Ķes que nos remetem √† uma cr√≠tica as formas de ocupa√ß√£o urbana no mundo contempor√Ęneo e consequentemente o ” habitar ” e o ” existir ” nesses mesmos espa√ßos. Utilizando materiais n√£o convencionais entre eles as sobras de constru√ß√Ķes, simula fragmentos de viadutos, estradas, passagens ou passarelas, como constru√ß√Ķes irreais, subvertendo o pr√≥prio conceito de espa√ßo. Muitos dos seus trabalhos assemelhan-se a labirintos n√£o acabados, dasafiando as regras da simetria e l√≥gica, junto a um questionamento sobre o util e o belo. Exp√Ķe em varios museus do mundo e j√° participou da Bienal Internacional de S√£o Paulo, Bienal de Veneza, Bienal de Paris e Documenta de Kassel.

TADASHI KAWAMATA

TADASHI KAWAMATA

TADASHI KAWAMATA - BIENAL DE PARIS 1982.

TADASHI KAWAMATA - BIENAL DE PARIS 1982.

TADASHI KAWAMATA - TORONTO, 1989.

TADASHI KAWAMATA - TORONTO, 1989.

TADASHI KAWAMATA - PARIS, 1997.

TADASHI KAWAMATA - PARIS, 1997.

TADASHI KAWAMATA - CANAL BOAT, BIRMINGHAN, 2000.

TADASHI KAWAMATA - CANAL BOAT, BIRMINGHAN, 2000.

TADASHI KAWAMATA - CANAL BOAT, BIRMINGHAN, INTERIOR, 2000.

TADASHI KAWAMATA - CANAL BOAT, BIRMINGHAN, INTERIOR, 2000.

TADASHI KAWAMATA - INTERVENÇÃO EM VERSALLES, 2008.

TADASHI KAWAMATA - INTERVENÇÃO EM VERSALLES, 2008.

TADASHI KAWAMATA - MADISON SQUARE PARK, LONDON.

TADASHI KAWAMATA - MADISON SQUARE PARK, LONDON.


ARTE РDANÇA РBOB AVIAN Р1937

ARTE EDUCA O OLHAR

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Bob Avian √© um Core√≥grafo, Diretor e Produtor de Teatro dos EUA. Come√ßou seu trabalho na Broadway inovando os musicais com um estilo que imprimia o cotidiano aos gestual das coreografias. Foi core√≥grafo de ” West Side Story “, ” Funny Girl ” e ” Herry, Herry Sweet “. √Č considerado um dos maiores Core√≥grafos e Diretores e com a parceria de Michael Bennett em ” Nowhere to go But Up “ a partir de 1962, notabilizou-se pelos trabalhos como ” Promises ” ” Coco “, Company “, ” Folies “, Seesaw “, ” God`s Favorite “, no musical ” A Chorus Line “, ” Ballroom ” e ” Dreamgirls . Trabalhopu ainda em ” As Bruxas de Eastwik, ” Miss Saigon ” e ” Sunset Boulevard “. Entre os pr√™mios que recebeu temos em 1976 o ” Drama Desk Award ” e o ” Tony Award “ por Melhor Coreografia com ” A Chorus Line “, em 1979 recebeu novamente o ” Drama Desk Award ” e o ” Tony Award ” por ” Ballroom “ e em 1996 recebeu o ” Laurence Olivier Award ” como melhor Core√≥grafo por ” Martim Guerre “.

BOB AVIAN
BOB AVIAN

BOB AVIAN - MUSICAL A CHORUS LINE.
BOB AVIAN – MUSICAL A CHORUS LINE.

BOB AVIAN - ELENCO DE A CHORUS LINE.
BOB AVIAN – ELENCO DE A CHORUS LINE.

BOB AVIAN - CHARLOTTE D`AMBOISE EM A CHORUS LINE.
BOB AVIAN – CHARLOTTE D`AMBOISE EM A CHORUS LINE.

BOB AVIAN - JOFFREY SCHECTER EM A CHORUS LINE.

BOB AVIAN - JOFFREY SCHECTER EM A CHORUS LINE.


ARTE – ESCULTURA/INSTALA√á√ēES – GUISEPPE PENONE – 1947

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Giuseppe Penone √© um artista Italiano. Um dos artistas mais importantes do movimento art√≠stico italiano ” Arte Povera ” desde os anos 60 desenvolve um trabalho com a preocupa√ß√£o em integrar o homem e a natureza. Com um Est√ļdio em Turin, leciona na √ącole de Beaux Arts em Paris desenvolvendo uma profunda pesquisa de materiais naturais, n√£o convencionais, para suas obras em Esculturas, Instala√ß√Ķes e Desenhos. Tem no pr√≥prio processo de trabalho a constitui√ß√£o de sua obra Po√©tica, elaborando uma integra√ß√£o entre os elementos naturais, os sentidos e a mem√≥ria humana. Com 21 anos exp√īs pela primeira vez no Deposito d`Arte Presente em Turin, em 1968. Entre suas obras temos ” Alpi Mar√≠tmos de 1968, ” Il suo essere nel ventiduesimo di ETA em un`ora fant√°stica ” de 1969, ” Svolgere la proprio pelle “ de 1970, ” P√°lpebras “ e ” Vaso ” de 1975, ” Soffio “ de 1978, ” Albero d`acqua ” de 1988, ” Propagazzione ” de 1994 e ” Pelle de foglie ” de 2000. Ganhou o Pr√™mio Schock Rolf em 2001 e √© considerado um dos grandes artistas da It√°lia.

GIUSEPPE PENONE
GIUSEPPE PENONE

GIUSEPPE PENONE - HIS BEING UNTIL THE 49TH YAR OF AGE INA A FANTASTIC HOUR, 1972.
GIUSEPPE PENONE – HIS BEING UNTIL THE 49TH YAR OF AGE INA A FANTASTIC HOUR, 1972.

GIUSEPPE PENONE - POTATES, 1977.
GIUSEPPE PENONE – POTATES, 1977.

GIUSEPPE PENONE - SEM T√ćTULO, 1981.
GIUSEPPE PENONE – SEM T√ćTULO, 1981.

GIUSEPPE PENONE - IMPRONTA DIGITALE, 1982.
GIUSEPPE PENONE – IMPRONTA DIGITALE, 1982.

GIUSEPPE PENONE - UNGHIATE, 1986.
GIUSEPPE PENONE – UNGHIATE, 1986.

GIUSEPPE PENONE - PROPAGATION, 1997.
GIUSEPPE PENONE – PROPAGATION, 1997.

GIUSEPPE PENONE - PELLE DE FOGLIE, 1999.
GIUSEPPE PENONE – PELLE DE FOGLIE, 1999.

GIUSEPPE PENONE - OMBRA DI TERRA, 2000-03.
GIUSEPPE PENONE – OMBRA DI TERRA, 2000-03.


ARTE – POESIA – KONSTANTINOS KAVAFIS II – 1863 – 1933

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Konstantinos Kaváfis foi um Poeta Grego. Nascido em Alexandria nunca chegou a publicar um livro em vida, mas publicou os poemas em folhas soltas distribuídas nas ruas. Questionador dos valores morais e religiosos, teve seu primeiro livro publicado apenas após sua morte. Kaváfis é considerado o maior Poeta Grego Moderno e ao todo escreveu 154 poemas.

KONSTANTINOS KAV√ĀFIS

KONSTANTINOS KAV√ĀFIS

À ENTRADA DA MANSÃO

Havia um grande espelho muito antigo,

comprado pelo menos h√° mais de oitenta anos,

Um rapaz belíssimo, empregado de alfaiate

( e nos domingos atleta diletante )

estava ali com um pacote.

Deu-o a alguém da casa, que o levou para dentro

com o recibo. O empregado do alfaiate

ficou sozinho, à espera.

Acercou-se do espelho e mirou-se

para ajeitar a gravata. Após cinco minutos,

trouxeram-lhe o recibo e ele se foi.

Mas o antigo espelho, que vira e revira

nos seus longos anos de existência

coisas e rostos aos milhares;

agora se alegrava e exultava

de haver mostrado sobre si

por um instante a beleza culminante.

PRECE

Um marujo o abismo do mar guardou consigo.

Sem de nada saber, a mãe coloca um sírio

aceso diante da Virgem, um longo círio,

para que volte logo, a salvo dos perigos.

No bramido dos ventos p√Ķe o seu ouvido,

mas enquanto ela reza e faz o seu pedido,

sabe o ícone a escutá-la, grave, com pesar,

que o filho que ela espera nunca h√° de voltar.

( Tradução José Paulo Paes )

VOZES

Vozes queridas, vozes ideais

daqueles que morreram ou daqueles que est√£o

perdidos para nós, como os mortos.

Eles nos falam em sonho, algumas vezes,

outras vezes, em pensamento as escutamos.

E, quando soam, por um instante eis que retornam

os sons da poesia primeva em nossa vida,

qual m√ļsica distante que se perde noite afora.

( Tradução José Paulo Paes )

INTERRUPÇÃO

A obra dos deuses, nós a interrompemos Рentes

somos da pressa e do momento, inexperientes.

No palácio de Elêusis e no de Ftia, eis

que iniciam Deméter e Tétis, em chamas

altas e fumo espesso envoltas, grandes obras. Mas

sempre foge Metanira aos aposentos do rei,

cabelos soltos, temerosa. Também

Peleu se atemoriza sempre e intervém.

( Tradução José Paulo Paes )