ARTE – ESCULTURA – ROBERT SMITHSON – 1938 – 1973

ARTE RENOVA O OLHAR

MATRÍCULAS ABERTAS PARA O CURSO DE ARTE MODERNA INTERDISCIPLINAR EM SÃO PAULO – AULAS AOS SÁBADOS DAS 14:30 AS 16HS – INÍCIO 28 DE JANEIRO –

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Robert Smithson foi um Escultor dos EUA> Estudou na Art Students League em Nova York. Seus primeiros trabalhos mostram uma preocupação formal intensa no universo da POP ART, para, em seguida identificar-se com o Movimento Minimalista. Com folhas de vidro e Neon, desenvolveu trabalhos explorando suas possibilidades de espelhamento e refração ” Chambers Enantiomorphic “. É considerado um dos maiores expoentes da Land Art, após publicar um ensaio na Revista Artforum ” A sedimentação da menta. Projetos Terra “. O tempo e o movimento fazem parte do desenvolvimento da sua Poética. Elaborou o conceito de Intervenção Urbana e na Paisagem como um novo formato artístico, como podemos ver numa de suas obras de maior destaque ” Spiral Jetty ” de 1970. Entre suas ” metáforas de linguagem ”  enplorou os conceitos ” dentro e fora “, ” da ordem para o caos ” sempre relativizando as polaridades entre natureza e ambiente.

ROBERT SMITHSON

ROBERT SMITHSON

ROBERT SMITHSON - MIRROR VORTEX, 1964.
ROBERT SMITHSON – MIRROR VORTEX, 1964.

ROBERT SMITHSON - SEM TÍTULO, 1965.
ROBERT SMITHSON – SEM TÍTULO, 1965.

ROBERT SMITHSON - TERMINAL, 1966.
ROBERT SMITHSON – TERMINAL, 1966.

ROBERT SMITHSON - PLUNGE, 1966.

ROBERT SMITHSON - PLUNGE, 1966.

ROBERT SMITHSON - SPIRAL JETTY, 1970.

ROBERT SMITHSON - SPIRAL JETTY, 1970.

ROBERT SMITHSON - CIRCULO QUEBRADO, 1971, EMMEN, HOLANDA.

ROBERT SMITHSON - CIRCULO QUEBRADO, 1971, EMMEN, HOLANDA.


ARTE – PINTURA – GINO SEVERINI – 1883 – 1966.

ARTE ACORDA O OLHAR

MATRICULAS ABERTAS PARA O CURSO INTERDISCIPLINAR DE ARTE MODERNA EM PARIS E VIENA – SAÍDA 22 DE JUNHO DE 2012.

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Gino Severini foi Pintor, Escultor e Artista Gráfico Italiano. Estudou na Villa Medici em Roma, onde conheceu dois dos principais expoentes do Futurismo Italiano: Giacomo Balla e Umberto Boccioni. Fascinado pelos pós-Impressionistas Seurat e Signac, mudou-se para Paris em 1906. Em 1910, foi convidado pelo poeta Marinetti para participar do Movimento Futurista ao qual se engajou assinando o Manifesto Futurista em 11 de Fevereiro. Elaborou a representação do corpo humano em movimento, particularmente na descontração dos Cabarés e nos ensaios de Dança. Lapidação das formas e simultaneísmo são características da sua obra seguidas pela essencialização e geometrização a partir de 1915. Nos anos 20 e 30, desenvolveu grandes Murais e Mosaicos públicos. Hoje podemos encontrar parte de sua obra em Milão, na Coleção Gianni Mattioli e em Roterdam, no Museu Boynans-van Beuningen.

GINO SEVERINI

GINO SEVERINI

GINO SEVERINI - DYNAMIC HIEROGLYPHIC OF THE BAL TABANN, 1912.

GINO SEVERINI - DYNAMIC HIEROGLYPHIC OF THE BAL TABANN, 1912.

GINO SEVERINI - BLUE DANCER, 1912.

GINO SEVERINI - BLUE DANCER, 1912.

GINO SEVERINI - VISUAL SYNTHESIS OF THE IDEA, WAR, 1914.

GINO SEVERINI - VISUAL SYNTHESIS OF THE IDEA, WAR, 1914.

GINO SEVERINI - SUBURBAN TRAIN ARRIVING IN PARIS, 1915.

GINO SEVERINI - SUBURBAN TRAIN ARRIVING IN PARIS, 1915.


ARTE – O SITE INTERDISCIPLINAR DE ARTE www.cursodehistoriadaarte.com.br FAZ ANIVERSÁRIO – 2 ANOS DE MUITA ARTE!

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O site Interdisciplinar de Arte, nestes dois anos, conta com 585 matérias sobre ARTE BRASILEIRA, ARTE MODERNA E CONTEMPORÂNEA – com textos enxutos, mas capazes de proporcionar uma pesquisa mais abrangente, fotos e vídeos que complementam os conteúdos.

Estamos divulgando nosso curso DE ARTE MODERNA INTERDISCIPLINAR EM PARIS E VIENA – ” VIVÊNCIAS ” com o Poeta e Artista Lopreto no intuito de aprimorar ainda mais a qualidade da informação e proporcionar um novo modelo de curso através de vivências ” in loco ” , apresentando os processos de Poética que se desdobraram durante o período Modernista.

ARTE AMPLIA O OLHAR

MATRÍCULAS ABERTAS PARA O CURSO DE ARTE MODERNA EM PARIS E VIENA COM O ARTÍSTA E PROFESSOR LOPRETO

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PROGRAMA

ARTE MODERNA

HENRI DE TOULOUSE LAUTREC - DIVAN JAPONAIS, 1893.

HENRI DE TOULOUSE LAUTREC - DIVAN JAPONAIS, 1893.

1- IMPRESSIONISMO, PÓS-IMPRESSIONISMO E ART NOUVEAU – VAN GOGH, CEZANNÉ E GAUGIN;

2- EXPRESSIONISMO E FAUVISMO – EGON SCHIELLE E HENRI MATISSE;

3- A REVOLUÇÃO CUBISTA – PABLO PICASSO, GEORGES BRAQUE E FERNAND LÉGER;

4- FUTURISMO E ORFISMO – O ÚLTIMO SALTO EM DIREÇÃO AO ABSTRACIONISMO;

5- SUPREMATISMO E O NASCIMENTO DA ARTE ABSTRATA – VASSILY KANDISNKY;

6- DADA E SURREALISMO – TRISTAN TZARA E ANDRÉ BRETON;

7- GRUPO THE STIJL E ESCOLA BAUHAUS – PIET MONDRIAN E WALTER GROPIUS;

8- ANOS VINTE E A CONVIVÊNCIA DAS VANGUARDAS – O NASCIMENTO DO ESTILO ART DECO;

9- ANOS 20 E 30 E A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ARTE.

ROTEIRO EM VIENA

OSKAR KOKOSCHKA - HANS AND ERICA TIETZE, 1909.

OSKAR KOKOSCHKA - HANS AND ERICA TIETZE, 1909.

1- MUSEUM MODERNER KUNST – MUSEU DE ARTE MODERNA;

2- ART NOUVEAU E SECESSÃO E CAFÉ HENRIGER E/OU DEMEL;

3- LEOPOLD MUSEUM E ART DECO;

4- STAATSOPER ( ÓPERA DO ESTADO ) E KUNSTHISTORISCHES MUSEUM ( MUSEU DE BELAS ARTES ).

ROTEIRO EM PARIS

PAUL GAUGUIN - IN THE VANILLA GROVE, MAN AND HORSE, 1891.

PAUL GAUGUIN - IN THE VANILLA GROVE, MAN AND HORSE, 1891.

1- MUSÉE DORSAY E CAFÉ DE FLORE COM PERCURSO ART NOUVEAU E DECO;

2- MUSÉE RODIN E CONCERTO NA SAINTE CHAPELLE ( DEBUSSY, SATIE E/OU RAVEL );

3-CENTRE GEORGES POMPIDOU ( MUSEU DE ARTE MODERNA );

4- MUSÉE PICASSO E FUNDAÇÃO CARTIER.


O ROTEIRO ESTARÁ SUJEITO A ALTERAÇÕES DE ACORDO COM DISPONIBILIDADES DOS LOCAIS NA ÉPOCA DA VIAGEM, SENDO SUBSTITUIDOS POR PROGRAMAÇÃO EQUIVALENTE.


ARTE – ARQUITETURA – MICHAEL HOPKINS – 1935

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MATRÍCULAS  ABERTAS PARA O CURSO DE ARTE MODERNA INTERDISCIPLINAR  ” VIVÊNCIAS ” EM PARIS E VIENA – SAÍDA 22 DE JUNHO DE 2012 – GARANTA SUA VAGA E FAÇA UM CURSO INESQUECÍVEL.

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Michael Hopkins é um Arquiteto Inglês. Estudou na Sherborne School e trabalhou na Architectural Association. É responsável pela introdução estética High Tech na Grã-Bretanha, junto aos Arquitetos Richard Rogers e Norman Foster. Utiliza novos materiais e procura descolar dos ” desconstrutivistas” pensando os projetos com máxima eficiência de consumo, principalmente de energia, não abrindo mão de reabilitar materiais tradicionais junto aos novos materiais tecnológicos. Junto com sua esposa Patricia, receberam em 1994 a Medalha de Outo do Royal Institute of British Architects. Para Hopkins ” o progresso não é mais uma pura ruptura com o passado, mas sim um ato de continuidade onde ele habilmente e inteligentemente integra elementos tradicionais como a pedra e a madeira, com tecnologia avançada e ambientalmente responsável “. Entre seus trabalhos de destaque podemos citar a Hopkins House em Hampstead, Londres, de 1976, a nova casa de Ópera de Glyndebourne, o Campus Jubileu da Universidade de Nothingham`s, a Schlumberger Cambridge Research Centre de 1985 e o Wellcome Trust em Euston Road em Londres.

MICHAEL HOPKINS - HOPKINS HOUSE, LONDON, 1976.
MICHAEL HOPKINS – HOPKINS HOUSE, LONDON, 1976.

MICHAEL HOPKINS - WELLCOME TRUST, EUSTON ROAD, LONDON.
MICHAEL HOPKINS – WELLCOME TRUST, EUSTON ROAD, LONDON.

MICHAEL HOPKINS PORTCULLIS HOUSE, LONDON.
MICHAEL HOPKINS PORTCULLIS HOUSE, LONDON.

MICHAEL HOPKINS - SCHLUMBERGER CAMBRIDGE RESEARCH CENTRE.
MICHAEL HOPKINS – SCHLUMBERGER CAMBRIDGE RESEARCH CENTRE.

MICHAEL HOPKINS - EVELINA CHILDREN`S HOSPITAL.
MICHAEL HOPKINS – EVELINA CHILDREN`S HOSPITAL.

MICHAEL HOPKINS - THE FORUM, NORWICH, 2011.
MICHAEL HOPKINS – THE FORUM, NORWICH, 2011.

MICHAEL HOPKINS - VELODROME, LONDON, 2012.

MICHAEL HOPKINS - VELODROME, LONDON, 2012.


ARTE – MATRÍCULAS ABERTAS PARA O CURSO DE ARTE MODERNA EM PARIS E VIENA – ” VIVÊNCIAS ” – SAÍDA 22 DE JUNHO DE 2012.

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MATRÍCULAS ABERTAS PARA O CURSO DE ARTE MODERNA EM PARIS E VIENA COM O ARTÍSTA E PROFESSOR LOPRETO

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CLAUDE MONET - CORNER OF THE GARDEN AT MONTGERON, 1876.

CLAUDE MONET - CORNER OF THE GARDEN AT MONTGERON, 1876.

INTRODUÇÃO

À ARTE MODERNA

O Curso de História da Arte Moderna é composto de seis aulas especiais( 2 antes da viagem, 2 em Viena e 2 em Paris ) e encontros durante os Roteiros dos Percursos durante a viagem, abrangendo os períodos históricos – dos anos 70 do Século XIX à Segunda Guerra Mundial – através do desenvolvimento das Arte Visuais, em especial a Pintura, Arquitetura e Escultura, projetando seus principais acontecimentos artísticos e suas vanguardas através dos processos de poética.

Tem como objetivo a compreensão das transformações estéticas que ocorreram na Arte, desde a Pintura Impressionista às Escolas Abstratas do Século XX. O que é Moderno?,…o que é Pintura?…Quais são seus artístas? o que foram as Vanguardas?…Impressionismo?…Cubismo?…Construtivismo?…Porque a Arte tornou-se abstrata?…todas essas perguntas e outras mais serão pertinentes no decorrer do curso, que também se propõe abranger informações sobre a evolução do Mundo Moderno e suas conseqüências para nós hoje, nas vivências de aulas ” in loco ” nas duas cidades.

GUSTAV KLINT - O BEIJO, 1907-08.

GUSTAV KLINT - O BEIJO, 1907-08.

PROGRAMA

ARTE MODERNA

1- IMPRESSIONISMO, PÓS-IMPRESSIONISMO E ART NOUVEAU – VAN GOGH, CEZANNÉ E GAUGIN;

2- EXPRESSIONISMO E FAUVISMO – EGON SCHIELLE E HENRI MATISSE;

3- A REVOLUÇÃO CUBISTA – PABLO PICASSO, GEORGES BRAQUE E FERNAND LÉGER;

4- FUTURISMO E ORFISMO – O ÚLTIMO SALTO EM DIREÇÃO AO ABSTRACIONISMO;

5- SUPREMATISMO E O NASCIMENTO DA ARTE ABSTRATA – VASSILY KANDISNKY;

6- DADA E SURREALISMO – TRISTAN TZARA E ANDRÉ BRETON;

7- GRUPO THE STIJL E ESCOLA BAUHAUS – PIET MONDRIAN E WALTER GROPIUS;

8- ANOS VINTE E A CONVIVÊNCIA DAS VANGUARDAS – O NASCIMENTO DO ESTILO ART DECO;

9- ANOS 20 E 30 E A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ARTE.

ROTEIRO

VIENA

VIENA - ANCIENT KARLSPLATZ, ESTAÇÃO DE METRO, ART NOUVEAU.

VIENA - ANCIENT KARLSPLATZ, ESTAÇÃO DE METRO, ART NOUVEAU.

1- MUSEUM MODERNER KUNST – MUSEU DE ARTE MODERNA;

2- ART NOUVEAU E SECESSÃO E CAFÉ HENRIGER E/OU DEMEL;

3- LEOPOLD MUSEUM E ART DECO;

4- STAATSOPER ( ÓPERA DO ESTADO ) E KUNSTHISTORISCHES MUSEUM ( MUSEU DE BELAS ARTES ).

PARIS

PARIS - MUSEU D`ORSAY, INTERIOR.

PARIS - MUSEU D`ORSAY, INTERIOR.

1- MUSÉE DORSAY E CAFÉ DE FLORE COM PERCURSO ART NOUVEAU E DECO;

2- MUSÉE RODIN E CONCERTO NA SAINTE CHAPELLE ( DEBUSSY, SATIE E/OU RAVEL );

3-CENTRE GEORGES POMPIDOU ( MUSEU DE ARTE MODERNA );

4- MUSÉE PICASSO E FUNDAÇÃO CARTIER.

O ROTEIRO ESTARÁ SUJEITO A ALTERAÇÕES DE ACORDO COM DISPONIBILIDADES DOS LOCAIS NA ÉPOCA DA VIAGEM, SENDO SUBSTITUIDOS POR PROGRAMAÇÃO EQUIVALENTE.


ARTE – CINEMA – PEDRO ALMODÓVAR – 1949-51?

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MATRICULAS ABERTAS PARA O CURSO DE ARTE MODERNA INTERDISCIPLINAR EM PARIS E VIENA

” VIVÊNCIAS “

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Pedro Almodovar é um Cineasta, Ator, Argumentista e Produtor Espanhol. Iniciou sua carreira como ator de Teatro na Espanha sem nunca ter estudado Cinema. Em 1968, foi para Madri trabalhar numa companhia telefônica e nas noites cantava numa banda de Rock com forte inspiração Punk. Em 1973, comprou uma câmera 8 mm e passou a fazer curtas metragens até 1980 quando filmou ” Pepi, Luci, Bom y otras chicas del montón ” consagrando-o como Diretor. Sua temática sempre orbitou o universo da sua proximidade e vivências, em geral com protagonistas femininas e contextos das problemáticas contemporâneas, particularmente os afetos. Utiliza uma Poética colorista que se assemelha as cores do seu país, das suas paisagens e interiores herdeiras da luz e contrastes Barrocos. Entre seus filmes de destaque podemos citar - ” Matador ” ( 1986 ), ” A Lei do Desejo ” ( 1987 ), ” o genial ” Mulheres a beira de um ataque de nervos ( 1988 ), ” Ata-me ” ( 1990 ), ” Kika ” ( 1993 ), ” A Flor do meu segredo ” ( 1995 ), ” Carne Trêmula ” ( 1998 ), ” Tudo sobre minha mãe ” ( 1999 ), ” Fale com ela ” ( 2002 ), ” A má educação ” ( 2004 ), ” Volver ” ( 2006 ), ” Abraços Partidos ” ( 2009 ) e ” A pele que Habito ” ( 2010-11 ). Ganhador de vários prêmios é considerado um dos maiores Diretores contemporâneos.

PEDRO ALMODÓVAR

PEDRO ALMODÓVAR

PEDRO ALMODÓVAR - PEPI, LUCI, BOM Y OTRAS CHICAS DEL MONTÓN, 1980.

PEDRO ALMODÓVAR - PEPI, LUCI, BOM Y OTRAS CHICAS DEL MONTÓN, 1980.

PEDRO ALMODÓVAR - A LEI DO DESEJO, 1987.

PEDRO ALMODÓVAR - A LEI DO DESEJO, 1987.

PEDRO ALMODÓVAR - MULHERES À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS, 1988.

PEDRO ALMODÓVAR - MULHERES À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS, 1988.

PEDRO ALMODÓVAR - ATA-ME, 1990.

PEDRO ALMODÓVAR - ATA-ME, 1990.

PEDRO ALMODÓVAR - A FLOR DO MEU SEGREDO, 1995.

PEDRO ALMODÓVAR - A FLOR DO MEU SEGREDO, 1995.

PEDRO ALMODÓVAR - FALE COM ELA, 2002.

PEDRO ALMODÓVAR - FALE COM ELA, 2002.

PEDRO ALMODÓVAR - VOLVER, 2006.

PEDRO ALMODÓVAR - VOLVER, 2006.

PEDRO ALMODÓVAR - ABRAZOS ROTOS, 2009.

PEDRO ALMODÓVAR - ABRAZOS ROTOS, 2009.

PEDRO ALMODÓVAR - A PELE QUE HABITO, 2010/11.

PEDRO ALMODÓVAR - A PELE QUE HABITO, 2010/11.


ARTE – FOTOGRAFIA – HENRI CARTIER BRESSON II – 1908 – 2004

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CURSO DE ARTE MODERNA INTERDISCIPLINAR DE ARTE – VIVÊNCIAS – EM PARIS E VIENA

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Henri Cartier Bresson foi um Fotógrafo Francês. Estudou na École Fénelon e Pintura na Academia Lhote, do Pintor e Escultor Cubista André Lothe. Acompanhou sua formação a leitura dos Poétas Rimbaud e Mallarmé, os grandes escritores Proust e Dostoievsky, os Filósofos Schopenhauer e Nietzche, além dos estudos de Engels e Marx. Aproximou-se da Vanguarda Surrealista nos anos 20 indo estudar em Cambridge em 1928. De volta à França, após uma temporada na África, conheceu a obra do Fotógrafo Martin Munkacsi que o inspirou a trocar a Pintura pela Fotografia. A partir deste momento revelou-se toda a sua vocação de Fotógrafo, capturando imagens pelas ruas e em seguida, cidades e países. Expôs pela primeira vez seu trabalho na Galeria julien Levy em Nova York e no Clube Ateneo em Madri. Trabalhou quase sempre em preto e branco, utilizando uma câmera 35 mm Leica, professando uma poética única na linguagem fotográfica …” O reconhecimento simultâneo, numa fração de segundo, do significado de um evento, bem como a organização precisa de formas que dá a esse acontecimento sua expressão adequada…Na fotografia, a mais pequena coisa pode ser um grande assunto. O pequeno detalhe humano pode tornar-se um leitmotiv. ” Em 1947, fez sua retrospectiva no Museu de Arte Moderna de Nova York, já considerado o mestre do moderno fotojornalismo e o grande protagonista dos instantâneos de rua onde a vida acontece.

HENRI CARTIER BRESSON
HENRI CARTIER BRESSON

HENRI CARTIER BRESSON - A PRIMEIRA LEICA.
HENRI CARTIER BRESSON – A PRIMEIRA LEICA.

HENRI CARTIER BRESSON - ROUEN, 1929.
HENRI CARTIER BRESSON – ROUEN, 1929.

Henri Cartier Bresson - Behind the Gare St. Lazare, 1932

HENRI CARTIER BRESSON - SALERMO, ITÁLIA, 1933.
HENRI CARTIER BRESSON – SALERMO, ITÁLIA, 1933.

HENRI CARTIER BRESSON - TRUMAN CAPOTE, NEW ORLEANS, 1947.
HENRI CARTIER BRESSON – TRUMAN CAPOTE, NEW ORLEANS, 1947.

HENRI CARTIER BRESSON - SHANGHAI, CHINA, 1948.
HENRI CARTIER BRESSON – SHANGHAI, CHINA, 1948.

HENRI CARTIER BRESSON - SUMATRA, INDONÉSIA, 1950.
HENRI CARTIER BRESSON – SUMATRA, INDONÉSIA, 1950.

HENRI CARTIER BRESSON - NUDE, BELGRAVIA, LONDRES, 1953.
HENRI CARTIER BRESSON – NUDE, BELGRAVIA, LONDRES, 1953.

HENRI CARTIER BRESSON - EZRA POUND, VENEZA, 1971.
HENRI CARTIER BRESSON – EZRA POUND, VENEZA, 1971.


ARTE – ESCULTURA – NORBERT KRICKE – 1922 – 1984

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MATRICULAS ABERTAS PARA O CURSO INTERDISCIPLINAR DE ARTE MODERNA ( 4 AULAS )  COM INÍCIO DIA 29 DE OUTUBRO – DAS 14:00 AS 16: HS – SÃO PAULO.

PARA MAIS INFORMAÇÕES ENTRE EM CONTATO PELO E-MAIL

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Norbert Kricke foi um Escultor Alemão. Aluno de Richard Scheibe e Hans Uhlmann começou seu trabalho em 1947, com preocupação formal associada a uma das questões estéticas de maior destaque no pós guerra – a incorporação de novos materiais e sua redimensão espacial. De natureza abstrata suas obras tem preocupação com as essências tornando-o um dos menbros mais importantes do grupo L`Art Informel. Nos anos 50, conheceu o genial artista Yves Klein e Ruhnau Werner passando a explorar de forma mais abrangente os conceitos ligados diretamente com o cotidiano visual nas suas composições. Utilizou materiais industriais, desenvolvendo uma poética dos elementos onde a água e suas propriedades foram os pontos de partida para suas reflexões sobre espacialidade e  movimento na Escultura. Entre suas obras mais conhecidas temos a ” Floresta da Água ” de 1957.

NORBERT KRICKER
NORBERT KRICKER

NORBERT KRICKER - RAUMPLASTIK HORNISSE, SPATIAL SCULPTURE HORNET, 1955-56.
NORBERT KRICKER – RAUMPLASTIK HORNISSE, SPATIAL SCULPTURE HORNET, 1955-56.

NORBERT KRICKER - STEELPLASTIC, 1959.
NORBERT KRICKER – STEELPLASTIC, 1959.

NORBERT KRICKE - RAUMPLASTIK, 1962.
NORBERT KRICKE – RAUMPLASTIK, 1962.

NORBERT KRICKE - KRAFFEBUNDEL, 1967.
NORBERT KRICKE – KRAFFEBUNDEL, 1967.

NORBERT KRICKER - MUSIKTHEATER IM REVIER.

NORBERT KRICKER - MUSIKTHEATER IM REVIER.


ARTE – PINTURA – CLAUDE MONET III – 1840 – 1926

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Claude Monet foi um Pintor Françês. Começou seus estudos na Escola de Artes Le Havre com aulas de desenho com Jacques François Ochard. No Pintura seu aprendizado com Eugène-Boudin retratou paisagens ao ar livre. Foi para Paris em 1862 onde estudou com Charles Geeyre conhecendo Renoir, Bazille e Alfred Sisley, jovens pintores que mais tarde formariam com Manet o grupo dos Impressionistas. Com a guerra Franco-Prussiana em 1870, refugiou-se na Inglaterra onde conheceu as obras de Constable e Turner, artistas que o influenciaram nas suas pesquisas sobre a cor. Em 1872 pintou a tela ” Impression, Soleil levant ” Impressão, nascer do sol “ – obra que irá expor em 1874 na primeira exposição Impressionista e de onde o crítico Louis Lerey pejorativamente tirou o termo ” impressionistas ” para definir as características das obras dos artistas que participaram desta exposição. A partir dos anos 80 do século XIX suas paisagens e marinhas retratando o interior da França proporcionaram-lhe a pesquisa e o desenvolvimento da pintura em série. Numa destas viagens, descobriu Giverny onde irá morar e desenvolver suas séries de pinturas com a ” natureza controlada ” durante a construção de seus jardins. Entre os Impressionistas, Monet desenvolveu um verdadeiro tratado sobre a natureza da luminosidade, especialmente nas pinturas seriais com um mesmo motivo, retratados em diversos momentos diferentes do dia.

CLAUDE MONET
CLAUDE MONET

CLAUDE MONET - THE WOMAN IN THE GREEN DRESS, CAMILLE DONCIEUX, 1866.
CLAUDE MONET – THE WOMAN IN THE GREEN DRESS, CAMILLE DONCIEUX, 1866.

CLAUDE MONET - LE DEJEUNER SUR L`HERBE, COM GUSTAVE COURBET, 1865-66.
CLAUDE MONET – LE DEJEUNER SUR L`HERBE, COM GUSTAVE COURBET, 1865-66.

CLAUDE MONET - SEINE AT ROUEN, 1872.
CLAUDE MONET – SEINE AT ROUEN, 1872.

CLAUDE MONET - GRAND QUAI AT HAVRE, 1872.
CLAUDE MONET – GRAND QUAI AT HAVRE, 1872.

CLAUDE MONET - IMPRESSION, SOLEIL LEVANT, 1872.
CLAUDE MONET – IMPRESSION, SOLEIL LEVANT, 1872.

CLAUDE MONET - ARGENTUIL, 1875.
CLAUDE MONET – ARGENTUIL, 1875.

CLAUDE MONET - CORNER OF THE GARDEN AT MONTGERON, 1876.
CLAUDE MONET – CORNER OF THE GARDEN AT MONTGERON, 1876.

CLAUDE MONET - ILE SAINT MARTIN, 1880.
CLAUDE MONET – ILE SAINT MARTIN, 1880.

CLAUDE MONET - HAYSTACK AT GIVERNY, 1886.
CLAUDE MONET – HAYSTACK AT GIVERNY, 1886.

CLAUDE MONET - MEADOWS AT GIVERNY, 1888.
CLAUDE MONET – MEADOWS AT GIVERNY, 1888.

CLAUDE MONET - THE SEINE AT PORT-VILLEZ, 1894.
CLAUDE MONET – THE SEINE AT PORT-VILLEZ, 1894.

CLAUDE MONET - STEEP CLIFFS NEAR DIEPPE, 1897.
CLAUDE MONET – STEEP CLIFFS NEAR DIEPPE, 1897.

CLAUDE MONET - WATER LILY POOL, 1900.
CLAUDE MONET – WATER LILY POOL, 1900.

CLAUDE MONET - WATER LILIES, 1920-26.
CLAUDE MONET – WATER LILIES, 1920-26.


ARTE – POESIA – RUBÉN DARÍO – 1867 – 1916

ARTE EDUCA


Félix Rubén Garcia Sanniento foi um Poeta Nicaraguense. Considerado o pai da Poesia Moderna em língua espanhola, Darío teve forte influência da poesia romântica de Victor Hugo e da poesia Simbolista de Paul Verlaine. De ambos herdou a destreza do verso profundo e sensualizado. O resgate de sátiros, ninfas e centauros povoam o universo erótico da sua poesia, trazendo do passado uma das chaves do modernização do poema moderno – as forças vitais da expressão humana. Seus primeiros livros ” Epístolas y poemas ” ou ” Primeira Notas ” de 1885 publicado em 1888, ” Rimas ” e Abrojos ” de 1887, já apresentam inovações românticas na temática, embora com métrica clássica. Com a publicação do livro ” Azul…” em 1888, considerado o desencadeador da poesia moderna hispanoamericana, vemos claramente a preocupação com os males do seu tempo de ordem crítica e espiritual, como mais uma característica modernizadora. Em ” Prosas profanas y otros poemas ” de 1896, o poema já se encontra pleno dos apelos do sonho e da fantasia em torno da temática sensual-erótica. Seguem-se ” Canto de vida y esperanza ” de 1905, caracterizado pelo intimismo reflexivo e crítico. Podemos ainda citar suas obras posteriores como ” Ode a Mitre ” de 1906, ” El canto errante ” de 1907, ” Poema del otono y otros poemas ” de 1910, ” Canto a la Argentina y otros poemas ” de 1914 e ” Lira póstuma ” de 1919. Em prosa podemos citar sua produção crítica reunida no livro ” Los Raros ” de 1896.

RUBÉN DARÍO
RUBÉN DARÍO