ARTE – FOTOGRAFIA – HANK WILLIS THOMAS – 1976

ARTE HUMANIZA O OLHAR


Hank Willis Thomas é um Artista Visual e Fotografo dos EUA. Estudou no California College of the Arts e na Tisch School of the Arts. Com trabalhos em vários Museus e Galeiras, tem como característica as temáticas raciais, a cultura popular e o trabalho em Publicidade. Considerado um dos maiores expoentes da cultura afro-norte americana, explora a linguagem corporal como foco da representação expressiva. Em 2008, recebeu o prêmio Aperture West Book Prize por sua monografia ” Pitch Blackness “. Com forte vinculo interdisciplinar explora suas composições em formatos como Instalações, Escultura, Desenho e Pintura.

HANK WILLIS THOMAS

HANK WILLIS THOMAS

HANK WILLIS THOMAS - OH! BEHAVE SMOTH EXOTIC VIVID TASTE - 1999 - 2008.

HANK WILLIS THOMAS - OH! BEHAVE SMOTH EXOTIC VIVID TASTE - 1999 - 2008.

HANK WILLIS THOMAS - BASKETBALL AND CHAIN - 2003.

HANK WILLIS THOMAS - BASKETBALL AND CHAIN - 2003.

HANK WILLIS THOMAS - FOTO DO PROJETO - " UMBRANDED ".

HANK WILLIS THOMAS - FOTO DO PROJETO - " UMBRANDED ".

HANK WILLIS THOMAS - BLACK POWER - 2008.

HANK WILLIS THOMAS - BLACK POWER - 2008.

HANK WILLIS THOMAS - I AM HUMAN - 2009.

HANK WILLIS THOMAS - I AM HUMAN - 2009.

HANK WILLIS THOMAS - A PLACE TO CALL HOME - 2009.

HANK WILLIS THOMAS - A PLACE TO CALL HOME - 2009.


ARTE – ART DESIGN ( TEATRO E DANÇA )- SERGE SUDEIKIN – 1882 – 1946

ARTE EDUCA!!!

Sergey Yurievich Sudeikin foi um Pintor, Cenógrafo e Figurinista Russo. Estudou na Escola de Pintura, Escultura e Arquitetura de Moscou onde foi expulso por expôr desenhos considerados ” obscenos “. A convite do Diretor Serge Diaghilev expôs no Salon d`Automne em Paris em 1906. Mais tarde passou a desenhar Cenários e Figurinos para a companhia de Diaghlev ” Ballets Russes “, tornando-se um dos mais importantes designers de Teatro e Dança. Desenhou projetos de Cenários e Figurinos para as produções de Diaghlev como  para ” La tragédie de Salomé “ ( 1913 ) e para a peça de dança ” Sagração da Primavera “. Em 1926 trabalhou na Broadway e mais tarde na Metropolitan Opera nos EUA.

SERGE SUDEIKIN

SERGE SUDEIKIN

SERGE SUDEIKIN - DESIGN PARA " THE VISIBLE SIDE OF LIFE " DE BENAVENTE, 1912.

SERGE SUDEIKIN - DESIGN PARA " THE VISIBLE SIDE OF LIFE " DE BENAVENTE, 1912.

SERGE SUDEIKIN - COSTUME SKETH PARA " SALOME NO BALLET " THE TRAGEDY OF SALOME DE FLORENT SCHMITT, 1913.

SERGE SUDEIKIN - COSTUME SKETH PARA " SALOME NO BALLET " THE TRAGEDY OF SALOME DE FLORENT SCHMITT, 1913.

SERGE SUDEIKIN - DESIGN PARA " TALES OF HOFFMANN " DE J. OFFENBACH, 1915.

SERGE SUDEIKIN - DESIGN PARA " TALES OF HOFFMANN " DE J. OFFENBACH, 1915.

SERGE SUDEIKIN - FIGURINOS PARA SHEPHERDS AND SHEPHERDESS, 1915.

SERGE SUDEIKIN - FIGURINOS PARA SHEPHERDS AND SHEPHERDESS, 1915.

SERGE SUDEIKIN - WINTER FANTASY, 1925.

SERGE SUDEIKIN - WINTER FANTASY, 1925.


ARTE – POESIA – CHARLES BERNSTEIN – 1950

ARTE ACORDA O OLHAR!

Charles Bernstein é um PoEta, Crítico, Editor e Professor dos EUA. Estudou na Bronx High School of Science e na Universidade de Harvard. Publicou seu primeiro livro ” Asylums “ em 1975, paralelamente editando livros de vários outros autores, junto com Bruce Andrew na Revista L=A=N=G=U=A=G=E. Nos anos 70 publicou  os livros ” Parsing ” ( 1976 ), ” Shade ” ( 1978 ) e ” Poetic Justice ” ( 1979 ). Como Professor, trabalhou na Universidade de Buffalo dos anos 80 até 2003 e hoje leciona na Universidade da Pensilvânia e dirige uma das mais importantes Revistas literárias ” Sibila “ junto com o Poeta Brasileiro Régis Bonvicino. Como Poeta, trabalhou junto com vários compositores e artistas plásticos e tem na pesquisa Poética profunda convicção interdisciplinar.

CHARLES BERSTEIN

CHARLES BERSTEIN

ESTA LÍNEA

Esta línea está despojada de emoción.
Esta línea no es más que una
ilustración de una teoría
europea. Esta línea carece
de tema. Esta línea
no hace referencia
más que a su contexto en
esta línea. Esta línea trata
solamente sobre sí misma.
Esta línea no tiene significado:
sus palabras son imaginarias, sus
sonidos inaudibles. Esta línea
no se ocupa de ella misma ni de
nadie más—es indiferente,
impersonal, fría, repelente.
Esta línea es elitista, y requiere,
para entenderla, años de estudio
en bibliotecas agobiantes, escudriñando
esotéricos tratados sobre
temas impronunciables.
Esta línea rechaza la realidad.



GRACIAS POR DECIR GRACIAS

Este es un poema
totalmente asequible.
No hay nada
en este poema
que sea
de algún modo
difícil de entender.
Todas las palabras
son simples &
van al grano.
No hay conceptos
nuevos, ni
teorías, ni
ideas para
confundirte. Este poema
no tiene pretensiones
intelectuales. Es
puramente emotivo.
Expresa en forma completa
los sentimientos del
autor: mis sentimientos,
los de la persona que habla
ahora con vos.
Trata sobre la
comunicación.
De corazón a corazón.
Este poema te aprecia
& valora como
lector. Celebra
el triunfo de la
imaginación humana
en medio de escollos &
calamidades. Este poema
tiene 89 líneas,
275 palabras, y
más sílabas de las que
tengo tiempo para
contar. Cada línea,
cada palabra & cada sílaba
ha sido escogida
para transmitir sólo
el significado deseado
& nada más.
Este poema reniega de
la oscuridad & del enigma.
No tiene nada
escondido. Cien
lectores leerían cada
cual el poema
de idéntica
forma & obtendrían
el mismo mensaje
de él. Este
poema, como todos
los buenos poemas, cuenta
una historia en un estilo
directo que nunca
deja al lector
suponiendo. Y si
a veces expresa
amargura, rabia,
resentimiento, xenofobia,
& mates de racismo, su
condición última es
afirmativa. Encuentra
gozo incluso en
esos irritantes momentos
de la vida
que comparte
con vos. Este poema
representa la esperanza
por una poesía
que no le dé
la espalda a
su audiencia, que
no se considere
superior al lector,
que esté comprometida
con la poesía como
forma popular, como volar
papalotes o ir
al estadio. Este poema
no pertenece a ninguna
escuela, no tiene
dogma. No sigue
una moda. Dice
justo lo que
dice. Es
real.

(Traducción: G. A. Chaves, 2011)


ARTE – DANÇA – KURT JOOSS – 1901 – 1979

ARTE ACORDA O OLHAR

MATRÍCULAS ABERTAS PARA A AULA DE ARTE CONTEMPORÂNEA COM VISITA A BIENAL DE SÃO PAULO – 27 DE OUTUBRO DAS 14 AS 18 HS – OS INTERESSADOS DEVEM ENVIAR NOME C OMPLETO E TELEFONE PARA CONTATO PARA O E-MAIL –

luilopreti@hotmail.com

Kurt Jooss foi Bailarino e Coreógrafo Alemão. Estudou com Rudolf von Laban dançando nas principais coreografias do mestre no início dos anos 20. Em seguida fundou a companhia Die Neue Tanzbuhne, associando-se ao compositor Fritz A. Cohen. Acreditavam na criação e evolução conjunta da peça coreográfica com a música para a construção dramática da cena, viabilizando a unidade das formas na composição. Joos tinha como característica a criação híbrida entre Teatro e Dança, explorando as suas linguagens. Em 1925 com Sigmurd Leeder abriu a Escola de Dança Westfalische Akademie fur Bewegung, Sprache und Musik e no ano seguinte foi a Paris estudar Balé Clássico com a grande Bailarina Lubov Egorova. Em 1927, criou a coreografia ” Dança da Morte “ obtendo sucesso da critica e dos artistas de vanguarda. Entre suas principais obras temos ” A Mesa Verde ” ( 1932 ), que ganhou o Primeiro Prêmio do Concurso Internacional do Archives Internationales de la Danse em Paris. No ano seguinte, com a ascensão do nazismo, fugiu da Alemanha indo para a Holanda e depois para a Inglaterra. E, 1944, criou ” Pandora “ seu mais dramático trabalho sobre os horrores da guerra. Voltou para a Alemanha no final dos anos 40 continuando a coreografar e ministrar aulas, tendo entre seus alunos Pina Bausch.

KURT JOOSS

KURT JOOSS

KURT JOOSS - A MESA VERDE ( 1932 ) - REPRESENTAÇÃO DE 1955.

KURT JOOSS - A MESA VERDE ( 1932 ) - REPRESENTAÇÃO DE 1955.

KURT JOOSS - A MESA VERDE - REPRESENTAÇÃO DO AMERICAN BALLET THEATER EM 2005.

KURT JOOSS - A MESA VERDE - REPRESENTAÇÃO DO AMERICAN BALLET THEATER EM 2005.


ARTE – CINEMA – MICHAEL CURTIZ – 1886 – 1962

ARTE EDUCA

MATRICULAS ABERTAS PARA A AULA DE ARTE CONTEMPORÂNEA COM VISITA A BIENAL – ENVIE SEU NOME COMPLETO E TELEFONE DE CONTATO PARA O EMAIL

luilopreti@hotmail.com


Michael Curtiz ou Mihaly Kertesz foi um Diretor de Cinema Húngaro-americano. Estudou na Universidade de Markozy e na Academia Real de Teatro e Arte em Budapest, iniciando sua carreira como Ator e Diretor no Teatro Nacional Húngaro em 1912. Lutou na Primeira Guerra Mundial e a partir de 1919 mudou-se para Viena onde iniciou seu trabalho em Cinema realizando mais de 20 filmes, entre eles ” Sodom und Gomorra ” de 1922. Em 1926 migrou para os EUA e adotou o pseudônimo de Michael Curtiz. Fixou-se em Hollywood onde fez mais de 100 filmes durante toda sua carreira. No gênero aventura, fez ” As Aventuras de Robin Hood ” ( 1938 ), obtendo grande sucesso. Transitando vários gêneros como aventura, drama ou western, foi nos anos 40 que obteve os grandes prêmios do Cinema como em ” O Lobo do Mar ” ( 1941 ) e no mais genial de seus filmes ” Casablanca ” ( 1942 ), levando o Oscar de Melhor Diretor. Caracterizou-se como Diretor de estúdio e grande Diretor de Atores. Entre seus trabalhos podemos ainda citar ” Êxito Fugaz ” ( 1950 ), ” Balada Sangrenta ” ( 1958 ) com Elvis Presley e seu último filme ” Os Comancheros ” ( 1961 ) com John Wayne.

MICHAEL CURTIZ

MICHAEL CURTIZ

MICHAEL CURTIZ - AS AVENTURAS DE ROBIN WOOD - COM ERROL FLYNN - 1938.

MICHAEL CURTIZ - AS AVENTURAS DE ROBIN WOOD - COM ERROL FLYNN - 1938.

MICHAEL CURTIZ - O LOBO DO MAR - 1941.

MICHAEL CURTIZ - O LOBO DO MAR - 1941.

MICHAEL CURTIZ - CASABLANCA - 1942.

MICHAEL CURTIZ - CASABLANCA - 1942.

MICHAEL CURTIZ - BALADA SANGRENTA - COM ELVIS PRESLEY - 1958.

MICHAEL CURTIZ - BALADA SANGRENTA - COM ELVIS PRESLEY - 1958.

MICHAEL CURTIZ - OS COMANCHEROS - 1961.

MICHAEL CURTIZ - OS COMANCHEROS - 1961.


ARTE – FOTOGRAFIA – WOLFGANG TILLMAN – 1968

ARTE ACORDA O OLHAR!

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A AULA DE ARTE CONTEMPORÂNEA COM VISITA A BIENAL DE SÃO PAULO – OS INTERESSADOS DEVEM ENVIAR NOME COMPLETO E TELEFONE PARA CONTATO PARA O EMAIL

luilopreti@hotmail.com


Wolfgang Tillman é um Fotógrafo da Alemanha. Estudou no Peole College of Art and Design e a partir dos anos 90 passou a trabalhar entre Londres e Berlim. Começou a fotografar seu cotidiano visual ” – Eu tiro fotos, a fim de ver o mundo.” - procurando retratar os contextos de uma realidade maior, social e política, como nos trabalhos sobre as manifestações sociais da ” Love Parade “ em Berlim ou da ” Gay Parade ” de Londres, ambas em 1992. Com retratos, naturezas mortas, o céu ou explorando uma variedade de gêneros, afirma sua vocação para motivos onde possa expor sua convicção afirmativa sobre a inclusão e a valorização da diversidade. Entre suas obras temos a série ” Total Solar Eclipse Grid ” ( 1998 ). Em 2000, recebeu o ” Prêmio Turner “ e em 2009 o ” Kulturpreis der Deutschen Gesellschaft fur Photographie. “

WOLFGANG TILLMAN

WOLFGANG TILLMAN

WOLFGANG TILLMAN - PEACHES VI - 2001.

WOLFGANG TILLMAN - PEACHES VI - 2001.

WOLFGANG TILLMAN - PARKA - 2002.

WOLFGANG TILLMAN - PARKA - 2002.

WOLFGANG TILLMAN - VENUS TRANSIT - 2004.

WOLFGANG TILLMAN - VENUS TRANSIT - 2004.

WOLFGANG TILLMAN - INSTALLATION VIEW AT REGEN PROJECTS - 2004.

WOLFGANG TILLMAN - INSTALLATION VIEW AT REGEN PROJECTS - 2004.

WOLFGANG TILLMAN - 2004.

WOLFGANG TILLMAN - 2004.


ARTE – ESCULTURA – JONATHAN BOROFSKY – 1942

ARTE EDUCA!!!!

FAÇA SUA INSCRIÇÃO PARA A AULA DE ARTE CONTEMPORÂNEA NA BIENAL – DIA 27 DE OUTUBROS DAS 14 ÀS 17 HS –  GARANTA SUA PARTICIPAÇÃO ENVIANDO NOME COMPLETO E TELEFONE DE CONTATO PARA O EMAIL –  luilopreti@hotmail.com

Jonathan Borofsky é um Escultor e Gravurista dos EUA. Estudou Belas Artes na Universidade Carnegie Mellon e em seguida continuou sua formação acadêmica na France´s Ecole de Fontainebleau e receber o Master of Fine Arts pela Yale University em 1966. Influenciado pelo Minimalismo procurou desenvolver sua linguagem associando essa Estética com a POP ART. Explora a figura humana metaforicamente, em grandes proporções, contextualizadas entre o seu cotidiano e suas possibilidades de transformação. Tem obras em diversos Museus como no Berkeley Art Museum na Califórnia ou no Whitney Museum of American Art, além de obras em espaços públicos com clara proposta de criar interações na paisagem urbana.

JONATHAN BOROFSKY

JONATHAN BOROFSKY

JONATHAN BOROFSKY - HAMMERING MAN - NASHER SCULPTURE CENTER - DALLAS - TEXAS - 1984-85.

JONATHAN BOROFSKY - HAMMERING MAN - NASHER SCULPTURE CENTER - DALLAS - TEXAS - 1984-85.

JONATHAN BOROFSKY - MELECULE MEN - BERLIN - 2003.

JONATHAN BOROFSKY - MELECULE MEN - BERLIN - 2003.

JONATHAN BOROFSKY - DANCERS - SCULPTURE PARK - DENVER - 2003 - FOTO PHILIP CHEMER.

JONATHAN BOROFSKY - DANCERS - SCULPTURE PARK - DENVER - 2003 - FOTO PHILIP CHEMER.

JONATHAN BOROFSKY - HOMEM CAMINHANDO - MUNIQUE-SCHWABIZ - 2004.

JONATHAN BOROFSKY - HOMEM CAMINHANDO - MUNIQUE-SCHWABIZ - 2004.

JONATHAN BOROFSKY - EU SONHEI QUE PODERIA VOAR - TORONTO PEARSON AIRPORT - 2006.

JONATHAN BOROFSKY - EU SONHEI QUE PODERIA VOAR - TORONTO PEARSON AIRPORT - 2006.

JONATHAN BOROFSKY - HUMAN STRUCTURES - HESSE - ALEMANHA - 2009.

JONATHAN BOROFSKY - HUMAN STRUCTURES - HESSE - ALEMANHA - 2009.


ARTE – PINTURA/ESCULTURA – MARKUS LUPERTZ – 1941

ARTE EDUCA!

Markus Lupertz é um Pintor, Escultor, Escritor e Arte Educador alemão. Estudou na Escola de Artes Aplicadas de Krefeld e na Academia de Arte de Dusseldorf. Seu trabalho de Pintura teve início nos anos 60 ao qual chamou de ” Pintura Ditirâmbica “, ou seja de forte expressividade e figurativa ou ilustrativa repetindo a função do ditirambo na poesia. Influenciou o movimento Neo- expressionista alemão influenciando seus artistas. Explorou as formas isoladas de objetos, como a de uma paleta de pintor ou pedras, com forte expressividade e contrastes associados a eventos da História da Arte. A partir dos anos 80 passou a criar simultaneamente Esculturas, explorando no bronze as partes do corpo em contextos de fábulas ou representações grotescas. Markus é considerado um dos artistas mais representativos das ultimas décadas na Alemanha e tem ocupado o cargo de Reitor da Academia de Dusseldorf.

MARKUS LUPERTZ
MARKUS LUPERTZ

MARKUS LUPERTZ - SEM TÍTULO - DESENHO - 1975.
MARKUS LUPERTZ – SEM TÍTULO – DESENHO – 1975.

MARKUS LUPERTZ - SHEPHERD WITH BIRD - 1986.
MARKUS LUPERTZ – SHEPHERD WITH BIRD – 1986.

MARKUS LUPERTZ - AFTER MAREES - GREY GATE - 2002.

MARKUS LUPERTZ - AFTER MAREES - GREY GATE - 2002.

MARKUS LUPERTZ - BERLIN - CHARLOTTENBURG.

MARKUS LUPERTZ - BERLIN - CHARLOTTENBURG.

MARKUS LUPERTZ - APOLO.

MARKUS LUPERTZ - APOLO.

MARKUS LUPERTZ - AFRODITE ENTWURFSMODELL - 2000.

MARKUS LUPERTZ - AFRODITE ENTWURFSMODELL - 2000.


ARTE – TEATRO – ERWIN PISCATOR – 1893 – 1966

ARTE EDUCA

Erwin Friedrich Maximilian Piscator foi um Diretor, Encenador e Produtor de Teatro Alemão. Em 1913, estudou História da Arte, Filosofia e Alemão na Universidade de Munique. Iniciou sua carreira em Teatro com pequenos papéis nas produções do Diretor Ernst von Possat no Munich Court Theatre. Lutou na infantaria do Exército Alemão e no final da I Guerra Mundial, junto com Hans Rehfisch criou o Teatro Experimental ” Volksbuhne “, onde desenvolveu o Teatro Épico, de inspiração proletária, produzindo peças com conteúdos sociais e políticos com forte expressão ideológica identificada com as doutrinas de esquerda. Em 1927, fundou o Piscator Buhne em Berlim influenciando outros autores especialmente Bertold Brecht. Nos anos 20 adaptou e dirigiu obras de Maxim Gorky, Romain Rolland e Leo Tolstoi e em Berlim uma das mais importantes peças ” As aventuras do bravo soldado Schweik ” ( 1928 ). Em 1929 publicou sua Teoria em ” O Teatro Político “ e a partir de 1931 iniciou sua trajetória fora da Alemanha trabalhando em Moscou no filme ” Revolt of the Fishermen ” ( 1932-34 ). Migrou para os EUA em 1936 ministrando aulas em New York, na sua escola ” Dramatic Workshop “. Sua importância para o Teatro e Cinema é notória por suas inovações em todos os aspectos de produção e montagem, como o uso de projeções em cena, cenários geometrizados ( influenciados pelas teorias e práticas Construtivistas de Meyerhold ) além de ser um precursor do Teatro Documental. Entre suas obras podemos destacar ainda ” Nathan the wise ” ( 1942 ) de Lessing e ” The Last Stop ” ( 1944 ) encenadas na Broadway. Dirigiu ainda ” An American Tragedy ”  ( 1939 ) considerado um de seus mais importantes trabalhos nos EUA.

ERWIN PISCATOR

ERWIN PISCATOR

ERWIN PISCATOR - PROJETO DE MONTAGEM DE RASPUTIN - 1927.

ERWIN PISCATOR - PROJETO DE MONTAGEM DE RASPUTIN - 1927.

ERWIN PISCATOR - HOPPLE, WIR LEBEN! DE ERNEST TOLLER - THEATER AM NOLLENDORFPLATZ - 1927.

ERWIN PISCATOR - HOPPLE, WIR LEBEN! DE ERNEST TOLLER - THEATER AM NOLLENDORFPLATZ - 1927.


ARTE – PINTURA – MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA – 1908 – 1992.

SEM ARTE NÃO DÁ!!!!


Maria Helena Vieira da Silva foi uma Pintora, Gravadora, Desenhista e Ilustradora portuguesa. Aos 11 anos começou a estudar na Academia de Belas Artes de Lisboa. Interessada em Escultura foi estudar Anatomia na Faculdade de Medicina de Lisboa. Em 1928 foi para Paris onde estudou com o Pintor Cubista Fernand Léger conhecendo o desenvolvimento das vanguardas da Europa. Viveu no Brasil durante o período da II Guerra Mundial tornando-se amiga dos artistas Carlos Scliar e Djanira, participando de exposições no Instituto dos Arquitetos do Brasil. Desenvolveu seu trabalho de Pintura entre as relações sutis entre as formas e sons, tornando os sentidos participantes da obra, de natureza  essencial e abstrata: ” Procuro pintar algo dos espaços, dos ritmos, dos movimentos das coisas “. Em 1947 retornou para Paris recebendo a nacionalidade francesa em 1956. O Estado francês também lhe concede o grau de ” Chevalier de L´Orde des Arts et des Lettres “ em 1960. No Brasil ganha o Grande Prêmio da Bienal de São Paulo em 1962. Considerado uma das mais importantes Pintoras do século XX é condecorada em Paris com o título ” Officer de la Légion d`Honneur ” em 1991.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - THE TILED ROOM - 1935.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - THE TILED ROOM - 1935.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - DANCE - 1938.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - DANCE - 1938.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - THE CONDOR - 1950.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - THE CONDOR - 1950.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - PARIS - 1951.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - PARIS - 1951.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - SYLVESTRE - 1953.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - SYLVESTRE - 1953.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - TROGLODYTES - 1956.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - TROGLODYTES - 1956.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - NU BLANCHE - 1960.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - NU BLANCHE - 1960.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - LE SOMMEIL - 1969.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - LE SOMMEIL - 1969.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - NEW AMSTERDAM III - 1970.

MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA - NEW AMSTERDAM III - 1970.

MARIA HELENA VIEIRAS DA SILVA - LE THEATRE DE LA VIE - 1973.

MARIA HELENA VIEIRAS DA SILVA - LE THEATRE DE LA VIE - 1973.