ARTE – ESCULTURA/INSTALAÇÃO – DAVID ALTMEJD – 1974

ARTE ACORDA O OLHAR


David Altmejd é um artista Canadense. Estudou na Université du Quebec em Montreal e na Universidade de Columbia. Escultor, se apropria de objetos aparentemente aleatórios, para a construção de composições com leituras abertas em formato de Instalações. Propõe uma simbologia com novos mitos da cultura contemporânea como se fossem aparições/revelações super dimensionando as figuras como espectros. Participou da VIII Bienal Internacional de Istambul e em 2004 da Bienal do Whitney Museum. Como representante do Canadá participou da Bienal de Veneza ( 2007 ) .

DAVID ALTMEJD

DAVID ALTMEJD

DAVID ALTMEJD 1

DAVID ALTMEJD 1

DAVID ALTMEJD - THE SETTER - 2005 - COURTESY ANDREA ROSEN GALLERY AND STUART SHAVE MODERN ART.

DAVID ALTMEJD - THE SETTER - 2005 - COURTESY ANDREA ROSEN GALLERY AND STUART SHAVE MODERN ART.

DAVID ALTMEJD - THE GIANT - PAVILHÃO DO CANADÁ NA BIENAL DE VENEZA 2007.

DAVID ALTMEJD - THE GIANT - PAVILHÃO DO CANADÁ NA BIENAL DE VENEZA 2007.

DAVID ALTMEJD - THE VESSEL - 2011 - COURTESY OF THE ANDREA ROSEN GALLERY.

DAVID ALTMEJD - THE VESSEL - 2011 - COURTESY OF THE ANDREA ROSEN GALLERY.

DAVID ALTMEJD - LE ESPECTRE ET LA MAIN - 2012.

DAVID ALTMEJD - LE ESPECTRE ET LA MAIN - 2012.


ARTE – POESIA – CHARLES BUKOWSKI – 1920 – 1994

SEM ARTE NÃO ROLA


Henry Charles Bukowski foi um Poeta, Romancista e Contista, nascido na Alemanha e criado nos EUA. Morou ainda criança em Baltimore e Los Angeles. Aos 15 anos teve claro o apelo da Literatura compondo seus primeiros poemas. Estudou Jornalismo, se se formar e teve seu primeiro livro publicado só em 1955. Trabalhou nos Correios até 1969 sem ter seu talento de Poeta reconhecido, como nos mostra a Biografia do Poeta escrita por Howard Sounes com o título ” Charles Bukowski – Vida e Loucuras de um velho Safado “. Identificado com a Geração Beat, teve como característica na sua obra o universo coloquial das vidas inconformadas. Entre seus livros temos o Romance ” Factotum “, o livro ” Ao Sul de Lugar Nenhum ” e ” Crônica de um Amor Louco “.


A DOR É UMA COISA ESTRANHA

UM GATO QUE MATA UM PÁSSARO,

UM ACIDENTE DE AUTOMÓVEL,

UM INCÊNDIO…

A DOR CHEGA,

BANG

E EIS QUE ELA TE ATINGE

É REAL.

E AOS OLHOS DE QUALQUER PESSOA PARECES UM ESTÚPIDO

COMO SE TE TORNASSES, DE REPENTE, NUM IDIOTA.

E NÃO HA CURA PARA ISSO

A MENOS QUE ENCONTRE ALGUÉM

QUE COMPREENDA REALMENTE O QUE SENTES

E TE SAIBA AJUDAR…


CHARLES BUKOWSKI

CHARLES BUKOWSKI


ARTE – TEATRO – JEAN ANOUILH – 1910 – 1987

SEM ARTE NÃO ROLA!!!


Jean Marie Pierre Lucien Anouilh foi um Dramaturgo Francês. Estudou no Liceu Chaptal e teve como colega Jean Louis Barrault. Trabalhou como copywriter na Publicité Damour onde desenvolveu seus dotes literários e  em seguida trabalhou como secretário para o genial Ator e Diretor Louis Jouvet na Comédie des Champs-Elysées. Entre suas primeiras obras como Dramaturgo temos: ” Humulus le muet ” ( 1929 ), ” L´Hermine ” ( 1932 ) e ” Mandarine ” ( 1933 ). Nos anos 40, influenciado por Jean Paul Sartre e Albert Camus criou ” Antígona ” ( 1943 – adaptação da ” Antígona ” de Sófocles ), peça que desafiou o governo déspota de Vichy. Seu trabalho caracteriza-se pelo domínio dos gêneros ” Drama ” e da ” Farsa “, tornando-o um precursor do Teatro do Absurdo. Entre suas peças podemos citar: ” La Répétition ” ( 1950, ” Médée ” ( 1953 ), ” Le souge du crítica ” ( 1960 ), ” L`Orchestre ” ( 1962 ), ” Le Boulanger, la boulangère, et le petit mitron ” ( 1968 ), ” Les Paissons rouges ” ( 1970 ) e ” Le Cenário ” ( 1975 ). Anouilh ainda escreveu Roteiros para Cinema como: ” Les Degourdis de la onziéme ” ( 1936 ), ” La Citadelle du Silence ” ( 1937 ), ” Sans le Voyageur bagages ” ( 1944 ), ” Anna Karenina ” ( 1948 ), ” Monções ” ( 1952 ), ” Le Chevalier de la nuit ” ( 1954 ) e ” La Ronde ” ( 1964 ). Trabalhou ainda em Roteiros para Televisão e peças publicitárias e é considerado um dos mais completos Dramaturgos do século XX.

JEAN ANOUILH

JEAN ANOUILH


ARTE – FOTOGRAFIA – MARTIN PARR – 1952

ARTE ACORDA O OLHAR


Martin Parr é um Fotógrafo e Fotojornalista Inglês. Estudou Fotografia na Manchester Polytechnic. Começou fotografando em PB ( preto e branco ) ” Weather Bad “ ( 1982 ) e ” A Fair Day “ ( 1984 ). A partir deste momento se lança na pesquisa colorista iniciando suas séries em livros com cor, como podemos ver em ” The Last Resort: Photographs of New Brighton ” de 1986. Nos anos 90 tornou-se membro da Magnum Photos executando várias exposições e em 2007 apresentou sua Retrospectiva no ” Barbican Arts Centre ” em Londres. Tem uma leitura antropológica e satírica nas suas composições. Em 2008 tornou-se Doutor Honorário de Artes na Manchester Metropolitan University.

MARTIN PARR - AUTORETRATO.

MARTIN PARR - AUTORETRATO.

MARTIN PARR - THE LAST RESORT - 1983-85.

MARTIN PARR - THE LAST RESORT - 1983-85.

MARTIN PARR - THE LAST RESORT, 1985.

MARTIN PARR - THE LAST RESORT, 1985.

MARTIN PARR - BRISTOL GRAMMAR SCHOOL FROM THE SERIES COST OF LIVING - 1986-89 - MOMA COLLECTION.

MARTIN PARR - BRISTOL GRAMMAR SCHOOL FROM THE SERIES COST OF LIVING - 1986-89 - MOMA COLLECTION.

MARTIN PARR - STRAWBERRY TEA, MALVEN GIRL`COLLEGE - 1986-89 - MOMA COLLECTION.

MARTIN PARR - STRAWBERRY TEA, MALVEN GIRL`COLLEGE - 1986-89 - MOMA COLLECTION.

MARTIN PARR - OCEAN DOME ( BATH CENTER ) 1986.

MARTIN PARR - OCEAN DOME ( BATH CENTER ) 1986.

MARTIN PARR - PROTFOLIO.

MARTIN PARR - PROTFOLIO.

MARTIN PARR - LUXURY SEOUL ART FAIR - 2007.

MARTIN PARR - LUXURY SEOUL ART FAIR - 2007.


ARTE – POESIA – CHARLES PIERRE BAUDELAIRE II – 1821 – 1867

SEM ARTE NÃO ROLA


Charles Pierre Baudelaire foi um Poeta e Teórico de Arte Francês. Considerado o iniciador da ” tradição moderna em Poesia “, foi o mais influente artista para as gerações modernas posteriores, engajadas nos desdobramentos da vanguardas. Em 1857, lançou seu livro ” FLEUR DU MALE ” ( ” Flores do Mal ” ), inaugurando um novo olhar sensível à subjetividade na Poesia. Desenvolveu esse olhar no entorno da nova sociedade urbana e suas múltiplas realidades complexas, procurando objetivar os sentidos frente as novas necessidades para o desenvolvimento interior diante dos novos contextos de localização no espaço, tempo e lugar. Valorizando sua época, com seu olhar observador, revelou uma Poética de expressão para que o papel do artista não se resumisse apenas ao desabafo, mas pudesse interagir e pensar a Arte, nas palavras do próprio Poeta sobre a necessidade de uma nova Poética - ” …É criar uma mágica sugestiva, contendo a só tempo o objeto e o sujeito, o mundo exterior ao artista e o próprio artista. ” - Abaixo podemos conhecer um dos seus 100 poemas do Livro ” Flores do Mal ” com tradução de Jamil Almansur Haddad:

” CORRESPONDÊNCIAS “

A natureza é um templo onde vivos pilares

Podem deixar ouvir confusas vozes: e estas

Fazem o homem passar através de florestas

De símbolos que o vêem com olhos familiares.


Como os ecos além confundem seus rumores

Na mais profunda e mais tenebrosa unidade,

Tão vasta como a noite e como a claridade,

Harmonizam-se os sons, os perfumes e as cores.


Perfumes frescos há como carnes de criança

Ou oboés de doçura ou verdejantes ermos

E outros ricos, triunfais e pobres na fragrância.


Que possuem a expansão do universo sem termos

Como o sândalo, o almíscar, o benjoin e o incenso

Que cantam dos sentidos o transporte imenso.

CHARLES BAUDELAIRE

CHARLES BAUDELAIRE

GUSTAVE COURBET - RETRATO DE CHARLES BAUDELAIRE - 1847-48 - ÓLEO SOBRE TELA.

GUSTAVE COURBET - RETRATO DE CHARLES BAUDELAIRE - 1847-48 - ÓLEO SOBRE TELA.


ARTE – PINTURA – RICHARD PAUL LOHSE – 1902 – 1988

ARTE EDUCA O OLHAR


Richard Paul Lohse foi um Pintor e Artista Gráfico Suísso. Autodidata, em 1918 começou a trabalhar como Artista gráfico na Agência de Publicidade Max Dalang, paralelamente desenvolvendo sua Pintura com forte identidade Cubista. Nos anos trinta participa da Alianz, uma associação de artistas e se engaja na resistência contra o Nazismo. A partir dos anos 40 solidifica sua vocação pictórica e colorista desenvolvendo as Pinturas em série com propriedades modulares. Em 1953, publicou o livro ” New Design in Exhibitions ” onde expõe os princípios do Concretismo na Pintura e nas Artes Gráficas.

RICHARD PAUL LOHSE

RICHARD PAUL LOHSE

RICHARD PAUL LOHSE - SERIAL ELEMENTS CONCENTRATED IN RHYTHMIC GROUPS - 1940 - 1956.

RICHARD PAUL LOHSE - SERIAL ELEMENTS CONCENTRATED IN RHYTHMIC GROUPS - 1940 - 1956.

RICHARD PAUL LOHSE - THIRTY VERTICAL SYSTEMATIC COLOUR IN A YELLOW RHOMBIC FORM - 1943 - 1970.

RICHARD PAUL LOHSE - THIRTY VERTICAL SYSTEMATIC COLOUR IN A YELLOW RHOMBIC FORM - 1943 - 1970.

RICHARD PAULO LOHSE - SQUARES FORMED COLOUR GROUPS - 1944.

RICHARD PAULO LOHSE - SQUARES FORMED COLOUR GROUPS - 1944.

RICHARD PAUL LOHSE - FIFTEEN SYSTEMATIC COLOUR SEQUENCES WITHING A SYMMETRICAL SYSTEM - 1950 - 1965.

RICHARD PAUL LOHSE - FIFTEEN SYSTEMATIC COLOUR SEQUENCES WITHING A SYMMETRICAL SYSTEM - 1950 - 1965.

RICHARD PAUL LOHSE - VERSCHANKTE FARBKOMPLEMENTARE GRUPPEN - 1952 - 1974.

RICHARD PAUL LOHSE - VERSCHANKTE FARBKOMPLEMENTARE GRUPPEN - 1952 - 1974.

RICHARD PAUL LOHSE - VIER GLEICHE ASYMMETRISCHE GRUPPEN - 1962-63.

RICHARD PAUL LOHSE - VIER GLEICHE ASYMMETRISCHE GRUPPEN - 1962-63.

RICHARD PAUL LOHSE - VIER VERTIKALE SERIELLE STRUKTUREN - 1980.

RICHARD PAUL LOHSE - VIER VERTIKALE SERIELLE STRUKTUREN - 1980.


ARTE – CINEMA – TERENCE DAVIES – 1946

SEM ARTE NÃO DÁ!!!


Terence Davies é um Diretor, Ator e Roteirista Inglês. Seu primeiro trabalho foi um curta metragem ” Crianças ” em 1976, entrando em seguida para a Escola Nacional de Cinema. Durante o curso filmou ” Madonna and Child ” ( 1980 ) e em 1983 finalizou seu terceiro filme ” Morte e Transfiguração ” ( 1983 ) completando assim uma trilogia – Trilogy A. Tem como características uma profunda busca da expressão humana seja sob o aspecto auto biográfico ou social. Suas obras são composições simétricas onda todos os elementos que compõe a imagem interagem como podemos ver em ” The House of Mirth ” ( 2000 ). Entre seus trabalhos temos ” Distant Voices “, ” Still Lives ” e ” The Long Day Closes “. Produziu peças para Rádio como ” Um Passeio ao Jardim Paraíso ” ( 2001 ) e uma adaptação ” As Ondas ” ( 2007 ) de Virgínia Woolf. Em 2008 fez seu primeiro Documentário ” Of Time and The City ” e seu mais recente filme é ” The Deep Blue Sea “ ( 2011 ).

TERENCE DAVIES
TERENCE DAVIES

TERENCE DAVIES - MADONNA AND CHILD, 1980 ( TRILOGIA )
TERENCE DAVIES – MADONNA AND CHILD, 1980 ( TRILOGIA )

TERENC E DAVIES - DEATH AND TRANSFIGURATION, 1983 ( TRILOGIA ).
TERENC E DAVIES – DEATH AND TRANSFIGURATION, 1983 ( TRILOGIA ).

TERENCE DAVIES - THE HOUSE OF MIRTH, 2000.

TERENCE DAVIES - THE HOUSE OF MIRTH, 2000.

TERENCE DAVIES - OF TIME AND THE CITY, 2008.

TERENCE DAVIES - OF TIME AND THE CITY, 2008.

TERENCE DAVIES - DEEP BLUE SEA, 2011.

TERENCE DAVIES - DEEP BLUE SEA, 2011.


ARTE – ESCULTURA/PINTURA – ANNE TRUITT – 1921 – 2004

ARTE ACORDA O OLHAR

Anne Truitt foi uma Escultora e Pintora dos EUA. Estudou Psicologia no Bryn Mawr College. Seu trabalho, a partir dos anos 50, caracterizou-se pelo desenvolvimento de uma linguagem das formas na Pintura e Escultura. Influenciou a geração de artistas Minimalistas como Ellsworth Kelly e Donald Judd. As Esculturas, semelhantes a totens, expostas na sua primeira exposição individual em 1963 na Galeria Emmerich André, evidenciaram sua capacidade de síntese aliando a unidade das formas com uma proposta colorista de valorização da cor enquanto significado. Anne Truitt, como poucos, soube explorar a cor como expressão final da obra, desmistificando a necessidade contínua por representações nos significados.

ANNE TRUITT  - PERCEPÇÃO E REFLEXÃO - NO SEU STUDIO EM 1962.

ANNE TRUITT - PERCEPÇÃO E REFLEXÃO - NO SEU STUDIO EM 1962.

ANNE TRUITT - SEVEN - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 1962.

ANNE TRUITT - SEVEN - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 1962.

ANNE TRUITT - PINTURA - 1965.

ANNE TRUITT - PINTURA - 1965.

ANNE TRUITT - SEM TÍTULO - ACRÍLICA SOBRE PAPEL - 1966.

ANNE TRUITT - SEM TÍTULO - ACRÍLICA SOBRE PAPEL - 1966.

ANNE TRUITT - A WALL FOR APRICOTS - 1968.

ANNE TRUITT - A WALL FOR APRICOTS - 1968.

ANNE TRUITT - WAY IX - ACRÍLICA SOBRE TELA - 1977.

ANNE TRUITT - WAY IX - ACRÍLICA SOBRE TELA - 1977.

ANNE TRUITT - SECOND REQUIEM - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 1977 - 1980.

ANNE TRUITT - SECOND REQUIEM - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 1977 - 1980.

ANNE TRUITT - TWINING COURT - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 2001.

ANNE TRUITT - TWINING COURT - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 2001.

ANNE TRUITT - ESCULTURAS - DE 1962 - 2004.

ANNE TRUITT - ESCULTURAS - DE 1962 - 2004.


ARTE – ARQUITETURA – BEN VAN BERKEL II – 1957

ARTE EDUCA


Ben van Berkel é um Arquiteto Holandês. Estudou Arquitetura na Academia Rietveld em Amsterdam e na Architectural Association em Londres. Associado a Caroline Bos na empresa Berkel & Bos Architectuurbureau realizou vários projetos como o Edifício Karbow, a Ponte Erasmus e o Museu Het Valkhof. A partir de 1998 a Berkel & Bos passou a participar da UNStudio, rede de Arquitetos que realizam projetos de infra-estrutura e desenvolvimento Urbano para a ONU. No UNStudio, Berkel realizou projetos como o Museu da Mercedes-Benz em Stuttgart, o Palácio da Dança em São Petesburgo na Rússia e em 2009 o New Amsterdam Pavilion em New York. Como Professor ministra cursos na Harvard Graduate School of Design.

BEN VAN BERKEL

BEN VAN BERKEL

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - HOTEL CASTEL ZUOZ - SUISSA - 2000-2004 - FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - HOTEL CASTEL ZUOZ - SUISSA - 2000-2004 - FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - HOTEL CASTEL ZUOZ - SUISSA - 2000-2004 - INTERIOR FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - HOTEL CASTEL ZUOZ - SUISSA - 2000-2004 - INTERIOR FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKELL - VILLA NM - 2007.

BEN VAN BERKELL - VILLA NM - 2007.

BEN VAN BERKEL - VILLA NM - 2007 - INTERIOR.

BEN VAN BERKEL - VILLA NM - 2007 - INTERIOR.

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - GALLERIA CENTERCITY - 2008-2010 - FOTO KIM YONG KWAN.

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - GALLERIA CENTERCITY - 2008-2010 - FOTO KIM YONG KWAN.

BEN VAN BERKEL - GALLERIA CENTERCITY - 2008-2010 - INTERIOR - FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKEL - GALLERIA CENTERCITY - 2008-2010 - INTERIOR - FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKEL - THE MUSIC THEATRE - 2009.

BEN VAN BERKEL - THE MUSIC THEATRE - 2009.

BAN VAN BERKEL -= UNSTUDIO - CASA EM WEINBERG.

BAN VAN BERKEL -= UNSTUDIO - CASA EM WEINBERG.

BEN VAN BERKEL - NEW AMSTERDAM PAVILION - 2009 - NEW YORK - PROJETO.

BEN VAN BERKEL - NEW AMSTERDAM PAVILION - 2009 - NEW YORK - PROJETO.

BEN VAN BERKEL - NEW AMSTERDAM PAVILION - 2009 - NEW YORK.

BEN VAN BERKEL - NEW AMSTERDAM PAVILION - 2009 - NEW YORK.


ARTE – CINEMA – MICHAEL ALMEREYDA – 1960

ARTE ACORDA O OLHAR

Michael Almereyda é um Diretor, Roteirista e Produtor de Cinema dos EUA. Estudou História da Arte em Harvard mas optou por estudar Cinema. ” Um Herói do Nosso Tempo “, seu primeiro trabalho apresentado no Festival de Cinema Sundance em 1992, baseado no Romance de Mikhail Lermontov já demostrava a versatilidade e vocação com as adaptações. O primeiro longa foi ” Twister ” ( 1889 ), seguido de ” Another Girl Another Planet ( 1992 ). Em ” Nadja ” ( 1994 ) explorou as composições da linguagem dos quadrinhos, seguido do filme ” Hamlet ” ( 2000 ) que o projetou como um dos mais instigantes diretores contemporâneos. Fez ainda ” New Orleans Mon Amour ” ( 2008 ) e o Documentário ” Willian Eggleston no Mundo Real ” ( 2005 ), indicado ao Gotham Award IFP como melhor Documentário, ” O Grande Gatsby em Cinco Minutos ” ( 2011 ), ” Penas do Ogro ” ( 2012 ) e ” Skinningrove ” ( 2012 ).

MICHAEL ALMEREYDA

MICHAEL ALMEREYDA

MICHAEL ALMEREYDA - ANOTHER GIRL ANOTHER PLANETS - 1992.

MICHAEL ALMEREYDA - ANOTHER GIRL ANOTHER PLANETS - 1992.

MICHAEL ALMEREYDA - NADJA - 1994.

MICHAEL ALMEREYDA - NADJA - 1994.

MICHAEL ALMEREYDA - NEW ORLEANS MON AMOUR - 2008.

MICHAEL ALMEREYDA - NEW ORLEANS MON AMOUR - 2008.

MICHAEL ALMEREYDA - HAMLET - 2000.

MICHAEL ALMEREYDA - HAMLET - 2000.

MICHAEL ALMEREYDA - SKINNINGROVE - 2012.

MICHAEL ALMEREYDA - SKINNINGROVE - 2012.