ARTE – POESIA – CHARLES PIERRE BAUDELAIRE II – 1821 – 1867

SEM ARTE NÃO ROLA


Charles Pierre Baudelaire foi um Poeta e Teórico de Arte Francês. Considerado o iniciador da ” tradição moderna em Poesia “, foi o mais influente artista para as gerações modernas posteriores, engajadas nos desdobramentos da vanguardas. Em 1857, lançou seu livro ” FLEUR DU MALE ” ( ” Flores do Mal ” ), inaugurando um novo olhar sensível à subjetividade na Poesia. Desenvolveu esse olhar no entorno da nova sociedade urbana e suas múltiplas realidades complexas, procurando objetivar os sentidos frente as novas necessidades para o desenvolvimento interior diante dos novos contextos de localização no espaço, tempo e lugar. Valorizando sua época, com seu olhar observador, revelou uma Poética de expressão para que o papel do artista não se resumisse apenas ao desabafo, mas pudesse interagir e pensar a Arte, nas palavras do próprio Poeta sobre a necessidade de uma nova Poética - ” …É criar uma mágica sugestiva, contendo a só tempo o objeto e o sujeito, o mundo exterior ao artista e o próprio artista. ” - Abaixo podemos conhecer um dos seus 100 poemas do Livro ” Flores do Mal ” com tradução de Jamil Almansur Haddad:

” CORRESPONDÊNCIAS “

A natureza é um templo onde vivos pilares

Podem deixar ouvir confusas vozes: e estas

Fazem o homem passar através de florestas

De símbolos que o vêem com olhos familiares.


Como os ecos além confundem seus rumores

Na mais profunda e mais tenebrosa unidade,

Tão vasta como a noite e como a claridade,

Harmonizam-se os sons, os perfumes e as cores.


Perfumes frescos há como carnes de criança

Ou oboés de doçura ou verdejantes ermos

E outros ricos, triunfais e pobres na fragrância.


Que possuem a expansão do universo sem termos

Como o sândalo, o almíscar, o benjoin e o incenso

Que cantam dos sentidos o transporte imenso.

CHARLES BAUDELAIRE

CHARLES BAUDELAIRE

GUSTAVE COURBET - RETRATO DE CHARLES BAUDELAIRE - 1847-48 - ÓLEO SOBRE TELA.

GUSTAVE COURBET - RETRATO DE CHARLES BAUDELAIRE - 1847-48 - ÓLEO SOBRE TELA.


ARTE – PINTURA – RICHARD PAUL LOHSE – 1902 – 1988

ARTE EDUCA O OLHAR


Richard Paul Lohse foi um Pintor e Artista Gráfico Suísso. Autodidata, em 1918 começou a trabalhar como Artista gráfico na Agência de Publicidade Max Dalang, paralelamente desenvolvendo sua Pintura com forte identidade Cubista. Nos anos trinta participa da Alianz, uma associação de artistas e se engaja na resistência contra o Nazismo. A partir dos anos 40 solidifica sua vocação pictórica e colorista desenvolvendo as Pinturas em série com propriedades modulares. Em 1953, publicou o livro ” New Design in Exhibitions ” onde expõe os princípios do Concretismo na Pintura e nas Artes Gráficas.

RICHARD PAUL LOHSE

RICHARD PAUL LOHSE

RICHARD PAUL LOHSE - SERIAL ELEMENTS CONCENTRATED IN RHYTHMIC GROUPS - 1940 - 1956.

RICHARD PAUL LOHSE - SERIAL ELEMENTS CONCENTRATED IN RHYTHMIC GROUPS - 1940 - 1956.

RICHARD PAUL LOHSE - THIRTY VERTICAL SYSTEMATIC COLOUR IN A YELLOW RHOMBIC FORM - 1943 - 1970.

RICHARD PAUL LOHSE - THIRTY VERTICAL SYSTEMATIC COLOUR IN A YELLOW RHOMBIC FORM - 1943 - 1970.

RICHARD PAULO LOHSE - SQUARES FORMED COLOUR GROUPS - 1944.

RICHARD PAULO LOHSE - SQUARES FORMED COLOUR GROUPS - 1944.

RICHARD PAUL LOHSE - FIFTEEN SYSTEMATIC COLOUR SEQUENCES WITHING A SYMMETRICAL SYSTEM - 1950 - 1965.

RICHARD PAUL LOHSE - FIFTEEN SYSTEMATIC COLOUR SEQUENCES WITHING A SYMMETRICAL SYSTEM - 1950 - 1965.

RICHARD PAUL LOHSE - VERSCHANKTE FARBKOMPLEMENTARE GRUPPEN - 1952 - 1974.

RICHARD PAUL LOHSE - VERSCHANKTE FARBKOMPLEMENTARE GRUPPEN - 1952 - 1974.

RICHARD PAUL LOHSE - VIER GLEICHE ASYMMETRISCHE GRUPPEN - 1962-63.

RICHARD PAUL LOHSE - VIER GLEICHE ASYMMETRISCHE GRUPPEN - 1962-63.

RICHARD PAUL LOHSE - VIER VERTIKALE SERIELLE STRUKTUREN - 1980.

RICHARD PAUL LOHSE - VIER VERTIKALE SERIELLE STRUKTUREN - 1980.


ARTE – CINEMA – TERENCE DAVIES – 1946

SEM ARTE NÃO DÁ!!!


Terence Davies é um Diretor, Ator e Roteirista Inglês. Seu primeiro trabalho foi um curta metragem ” Crianças ” em 1976, entrando em seguida para a Escola Nacional de Cinema. Durante o curso filmou ” Madonna and Child ” ( 1980 ) e em 1983 finalizou seu terceiro filme ” Morte e Transfiguração ” ( 1983 ) completando assim uma trilogia – Trilogy A. Tem como características uma profunda busca da expressão humana seja sob o aspecto auto biográfico ou social. Suas obras são composições simétricas onda todos os elementos que compõe a imagem interagem como podemos ver em ” The House of Mirth ” ( 2000 ). Entre seus trabalhos temos ” Distant Voices “, ” Still Lives ” e ” The Long Day Closes “. Produziu peças para Rádio como ” Um Passeio ao Jardim Paraíso ” ( 2001 ) e uma adaptação ” As Ondas ” ( 2007 ) de Virgínia Woolf. Em 2008 fez seu primeiro Documentário ” Of Time and The City ” e seu mais recente filme é ” The Deep Blue Sea “ ( 2011 ).

TERENCE DAVIES
TERENCE DAVIES

TERENCE DAVIES - MADONNA AND CHILD, 1980 ( TRILOGIA )
TERENCE DAVIES – MADONNA AND CHILD, 1980 ( TRILOGIA )

TERENC E DAVIES - DEATH AND TRANSFIGURATION, 1983 ( TRILOGIA ).
TERENC E DAVIES – DEATH AND TRANSFIGURATION, 1983 ( TRILOGIA ).

TERENCE DAVIES - THE HOUSE OF MIRTH, 2000.

TERENCE DAVIES - THE HOUSE OF MIRTH, 2000.

TERENCE DAVIES - OF TIME AND THE CITY, 2008.

TERENCE DAVIES - OF TIME AND THE CITY, 2008.

TERENCE DAVIES - DEEP BLUE SEA, 2011.

TERENCE DAVIES - DEEP BLUE SEA, 2011.


ARTE – ESCULTURA/PINTURA – ANNE TRUITT – 1921 – 2004

ARTE ACORDA O OLHAR

Anne Truitt foi uma Escultora e Pintora dos EUA. Estudou Psicologia no Bryn Mawr College. Seu trabalho, a partir dos anos 50, caracterizou-se pelo desenvolvimento de uma linguagem das formas na Pintura e Escultura. Influenciou a geração de artistas Minimalistas como Ellsworth Kelly e Donald Judd. As Esculturas, semelhantes a totens, expostas na sua primeira exposição individual em 1963 na Galeria Emmerich André, evidenciaram sua capacidade de síntese aliando a unidade das formas com uma proposta colorista de valorização da cor enquanto significado. Anne Truitt, como poucos, soube explorar a cor como expressão final da obra, desmistificando a necessidade contínua por representações nos significados.

ANNE TRUITT  - PERCEPÇÃO E REFLEXÃO - NO SEU STUDIO EM 1962.

ANNE TRUITT - PERCEPÇÃO E REFLEXÃO - NO SEU STUDIO EM 1962.

ANNE TRUITT - SEVEN - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 1962.

ANNE TRUITT - SEVEN - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 1962.

ANNE TRUITT - PINTURA - 1965.

ANNE TRUITT - PINTURA - 1965.

ANNE TRUITT - SEM TÍTULO - ACRÍLICA SOBRE PAPEL - 1966.

ANNE TRUITT - SEM TÍTULO - ACRÍLICA SOBRE PAPEL - 1966.

ANNE TRUITT - A WALL FOR APRICOTS - 1968.

ANNE TRUITT - A WALL FOR APRICOTS - 1968.

ANNE TRUITT - WAY IX - ACRÍLICA SOBRE TELA - 1977.

ANNE TRUITT - WAY IX - ACRÍLICA SOBRE TELA - 1977.

ANNE TRUITT - SECOND REQUIEM - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 1977 - 1980.

ANNE TRUITT - SECOND REQUIEM - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 1977 - 1980.

ANNE TRUITT - TWINING COURT - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 2001.

ANNE TRUITT - TWINING COURT - ACRÍLICA SOBRE MADEIRA - 2001.

ANNE TRUITT - ESCULTURAS - DE 1962 - 2004.

ANNE TRUITT - ESCULTURAS - DE 1962 - 2004.


ARTE – ARQUITETURA – BEN VAN BERKEL II – 1957

ARTE EDUCA


Ben van Berkel é um Arquiteto Holandês. Estudou Arquitetura na Academia Rietveld em Amsterdam e na Architectural Association em Londres. Associado a Caroline Bos na empresa Berkel & Bos Architectuurbureau realizou vários projetos como o Edifício Karbow, a Ponte Erasmus e o Museu Het Valkhof. A partir de 1998 a Berkel & Bos passou a participar da UNStudio, rede de Arquitetos que realizam projetos de infra-estrutura e desenvolvimento Urbano para a ONU. No UNStudio, Berkel realizou projetos como o Museu da Mercedes-Benz em Stuttgart, o Palácio da Dança em São Petesburgo na Rússia e em 2009 o New Amsterdam Pavilion em New York. Como Professor ministra cursos na Harvard Graduate School of Design.

BEN VAN BERKEL

BEN VAN BERKEL

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - HOTEL CASTEL ZUOZ - SUISSA - 2000-2004 - FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - HOTEL CASTEL ZUOZ - SUISSA - 2000-2004 - FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - HOTEL CASTEL ZUOZ - SUISSA - 2000-2004 - INTERIOR FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - HOTEL CASTEL ZUOZ - SUISSA - 2000-2004 - INTERIOR FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKELL - VILLA NM - 2007.

BEN VAN BERKELL - VILLA NM - 2007.

BEN VAN BERKEL - VILLA NM - 2007 - INTERIOR.

BEN VAN BERKEL - VILLA NM - 2007 - INTERIOR.

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - GALLERIA CENTERCITY - 2008-2010 - FOTO KIM YONG KWAN.

BEN VAN BERKEL - UNSTUDIO - GALLERIA CENTERCITY - 2008-2010 - FOTO KIM YONG KWAN.

BEN VAN BERKEL - GALLERIA CENTERCITY - 2008-2010 - INTERIOR - FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKEL - GALLERIA CENTERCITY - 2008-2010 - INTERIOR - FOTO CHRISTIAN RICHTERS.

BEN VAN BERKEL - THE MUSIC THEATRE - 2009.

BEN VAN BERKEL - THE MUSIC THEATRE - 2009.

BAN VAN BERKEL -= UNSTUDIO - CASA EM WEINBERG.

BAN VAN BERKEL -= UNSTUDIO - CASA EM WEINBERG.

BEN VAN BERKEL - NEW AMSTERDAM PAVILION - 2009 - NEW YORK - PROJETO.

BEN VAN BERKEL - NEW AMSTERDAM PAVILION - 2009 - NEW YORK - PROJETO.

BEN VAN BERKEL - NEW AMSTERDAM PAVILION - 2009 - NEW YORK.

BEN VAN BERKEL - NEW AMSTERDAM PAVILION - 2009 - NEW YORK.


ARTE – CINEMA – MICHAEL ALMEREYDA – 1960

ARTE ACORDA O OLHAR

Michael Almereyda é um Diretor, Roteirista e Produtor de Cinema dos EUA. Estudou História da Arte em Harvard mas optou por estudar Cinema. ” Um Herói do Nosso Tempo “, seu primeiro trabalho apresentado no Festival de Cinema Sundance em 1992, baseado no Romance de Mikhail Lermontov já demostrava a versatilidade e vocação com as adaptações. O primeiro longa foi ” Twister ” ( 1889 ), seguido de ” Another Girl Another Planet ( 1992 ). Em ” Nadja ” ( 1994 ) explorou as composições da linguagem dos quadrinhos, seguido do filme ” Hamlet ” ( 2000 ) que o projetou como um dos mais instigantes diretores contemporâneos. Fez ainda ” New Orleans Mon Amour ” ( 2008 ) e o Documentário ” Willian Eggleston no Mundo Real ” ( 2005 ), indicado ao Gotham Award IFP como melhor Documentário, ” O Grande Gatsby em Cinco Minutos ” ( 2011 ), ” Penas do Ogro ” ( 2012 ) e ” Skinningrove ” ( 2012 ).

MICHAEL ALMEREYDA

MICHAEL ALMEREYDA

MICHAEL ALMEREYDA - ANOTHER GIRL ANOTHER PLANETS - 1992.

MICHAEL ALMEREYDA - ANOTHER GIRL ANOTHER PLANETS - 1992.

MICHAEL ALMEREYDA - NADJA - 1994.

MICHAEL ALMEREYDA - NADJA - 1994.

MICHAEL ALMEREYDA - NEW ORLEANS MON AMOUR - 2008.

MICHAEL ALMEREYDA - NEW ORLEANS MON AMOUR - 2008.

MICHAEL ALMEREYDA - HAMLET - 2000.

MICHAEL ALMEREYDA - HAMLET - 2000.

MICHAEL ALMEREYDA - SKINNINGROVE - 2012.

MICHAEL ALMEREYDA - SKINNINGROVE - 2012.


ARTE – FOTOGRAFIA – HANK WILLIS THOMAS – 1976

ARTE HUMANIZA O OLHAR


Hank Willis Thomas é um Artista Visual e Fotografo dos EUA. Estudou no California College of the Arts e na Tisch School of the Arts. Com trabalhos em vários Museus e Galeiras, tem como característica as temáticas raciais, a cultura popular e o trabalho em Publicidade. Considerado um dos maiores expoentes da cultura afro-norte americana, explora a linguagem corporal como foco da representação expressiva. Em 2008, recebeu o prêmio Aperture West Book Prize por sua monografia ” Pitch Blackness “. Com forte vinculo interdisciplinar explora suas composições em formatos como Instalações, Escultura, Desenho e Pintura.

HANK WILLIS THOMAS

HANK WILLIS THOMAS

HANK WILLIS THOMAS - OH! BEHAVE SMOTH EXOTIC VIVID TASTE - 1999 - 2008.

HANK WILLIS THOMAS - OH! BEHAVE SMOTH EXOTIC VIVID TASTE - 1999 - 2008.

HANK WILLIS THOMAS - BASKETBALL AND CHAIN - 2003.

HANK WILLIS THOMAS - BASKETBALL AND CHAIN - 2003.

HANK WILLIS THOMAS - FOTO DO PROJETO - " UMBRANDED ".

HANK WILLIS THOMAS - FOTO DO PROJETO - " UMBRANDED ".

HANK WILLIS THOMAS - BLACK POWER - 2008.

HANK WILLIS THOMAS - BLACK POWER - 2008.

HANK WILLIS THOMAS - I AM HUMAN - 2009.

HANK WILLIS THOMAS - I AM HUMAN - 2009.

HANK WILLIS THOMAS - A PLACE TO CALL HOME - 2009.

HANK WILLIS THOMAS - A PLACE TO CALL HOME - 2009.


ARTE – ART DESIGN ( TEATRO E DANÇA )- SERGE SUDEIKIN – 1882 – 1946

ARTE EDUCA!!!

Sergey Yurievich Sudeikin foi um Pintor, Cenógrafo e Figurinista Russo. Estudou na Escola de Pintura, Escultura e Arquitetura de Moscou onde foi expulso por expôr desenhos considerados ” obscenos “. A convite do Diretor Serge Diaghilev expôs no Salon d`Automne em Paris em 1906. Mais tarde passou a desenhar Cenários e Figurinos para a companhia de Diaghlev ” Ballets Russes “, tornando-se um dos mais importantes designers de Teatro e Dança. Desenhou projetos de Cenários e Figurinos para as produções de Diaghlev como  para ” La tragédie de Salomé “ ( 1913 ) e para a peça de dança ” Sagração da Primavera “. Em 1926 trabalhou na Broadway e mais tarde na Metropolitan Opera nos EUA.

SERGE SUDEIKIN

SERGE SUDEIKIN

SERGE SUDEIKIN - DESIGN PARA " THE VISIBLE SIDE OF LIFE " DE BENAVENTE, 1912.

SERGE SUDEIKIN - DESIGN PARA " THE VISIBLE SIDE OF LIFE " DE BENAVENTE, 1912.

SERGE SUDEIKIN - COSTUME SKETH PARA " SALOME NO BALLET " THE TRAGEDY OF SALOME DE FLORENT SCHMITT, 1913.

SERGE SUDEIKIN - COSTUME SKETH PARA " SALOME NO BALLET " THE TRAGEDY OF SALOME DE FLORENT SCHMITT, 1913.

SERGE SUDEIKIN - DESIGN PARA " TALES OF HOFFMANN " DE J. OFFENBACH, 1915.

SERGE SUDEIKIN - DESIGN PARA " TALES OF HOFFMANN " DE J. OFFENBACH, 1915.

SERGE SUDEIKIN - FIGURINOS PARA SHEPHERDS AND SHEPHERDESS, 1915.

SERGE SUDEIKIN - FIGURINOS PARA SHEPHERDS AND SHEPHERDESS, 1915.

SERGE SUDEIKIN - WINTER FANTASY, 1925.

SERGE SUDEIKIN - WINTER FANTASY, 1925.


ARTE – POESIA – CHARLES BERNSTEIN – 1950

ARTE ACORDA O OLHAR!

Charles Bernstein é um PoEta, Crítico, Editor e Professor dos EUA. Estudou na Bronx High School of Science e na Universidade de Harvard. Publicou seu primeiro livro ” Asylums “ em 1975, paralelamente editando livros de vários outros autores, junto com Bruce Andrew na Revista L=A=N=G=U=A=G=E. Nos anos 70 publicou  os livros ” Parsing ” ( 1976 ), ” Shade ” ( 1978 ) e ” Poetic Justice ” ( 1979 ). Como Professor, trabalhou na Universidade de Buffalo dos anos 80 até 2003 e hoje leciona na Universidade da Pensilvânia e dirige uma das mais importantes Revistas literárias ” Sibila “ junto com o Poeta Brasileiro Régis Bonvicino. Como Poeta, trabalhou junto com vários compositores e artistas plásticos e tem na pesquisa Poética profunda convicção interdisciplinar.

CHARLES BERSTEIN

CHARLES BERSTEIN

ESTA LÍNEA

Esta línea está despojada de emoción.
Esta línea no es más que una
ilustración de una teoría
europea. Esta línea carece
de tema. Esta línea
no hace referencia
más que a su contexto en
esta línea. Esta línea trata
solamente sobre sí misma.
Esta línea no tiene significado:
sus palabras son imaginarias, sus
sonidos inaudibles. Esta línea
no se ocupa de ella misma ni de
nadie más—es indiferente,
impersonal, fría, repelente.
Esta línea es elitista, y requiere,
para entenderla, años de estudio
en bibliotecas agobiantes, escudriñando
esotéricos tratados sobre
temas impronunciables.
Esta línea rechaza la realidad.



GRACIAS POR DECIR GRACIAS

Este es un poema
totalmente asequible.
No hay nada
en este poema
que sea
de algún modo
difícil de entender.
Todas las palabras
son simples &
van al grano.
No hay conceptos
nuevos, ni
teorías, ni
ideas para
confundirte. Este poema
no tiene pretensiones
intelectuales. Es
puramente emotivo.
Expresa en forma completa
los sentimientos del
autor: mis sentimientos,
los de la persona que habla
ahora con vos.
Trata sobre la
comunicación.
De corazón a corazón.
Este poema te aprecia
& valora como
lector. Celebra
el triunfo de la
imaginación humana
en medio de escollos &
calamidades. Este poema
tiene 89 líneas,
275 palabras, y
más sílabas de las que
tengo tiempo para
contar. Cada línea,
cada palabra & cada sílaba
ha sido escogida
para transmitir sólo
el significado deseado
& nada más.
Este poema reniega de
la oscuridad & del enigma.
No tiene nada
escondido. Cien
lectores leerían cada
cual el poema
de idéntica
forma & obtendrían
el mismo mensaje
de él. Este
poema, como todos
los buenos poemas, cuenta
una historia en un estilo
directo que nunca
deja al lector
suponiendo. Y si
a veces expresa
amargura, rabia,
resentimiento, xenofobia,
& mates de racismo, su
condición última es
afirmativa. Encuentra
gozo incluso en
esos irritantes momentos
de la vida
que comparte
con vos. Este poema
representa la esperanza
por una poesía
que no le dé
la espalda a
su audiencia, que
no se considere
superior al lector,
que esté comprometida
con la poesía como
forma popular, como volar
papalotes o ir
al estadio. Este poema
no pertenece a ninguna
escuela, no tiene
dogma. No sigue
una moda. Dice
justo lo que
dice. Es
real.

(Traducción: G. A. Chaves, 2011)


ARTE – DANÇA – KURT JOOSS – 1901 – 1979

ARTE ACORDA O OLHAR

MATRÍCULAS ABERTAS PARA A AULA DE ARTE CONTEMPORÂNEA COM VISITA A BIENAL DE SÃO PAULO – 27 DE OUTUBRO DAS 14 AS 18 HS – OS INTERESSADOS DEVEM ENVIAR NOME C OMPLETO E TELEFONE PARA CONTATO PARA O E-MAIL –

luilopreti@hotmail.com

Kurt Jooss foi Bailarino e Coreógrafo Alemão. Estudou com Rudolf von Laban dançando nas principais coreografias do mestre no início dos anos 20. Em seguida fundou a companhia Die Neue Tanzbuhne, associando-se ao compositor Fritz A. Cohen. Acreditavam na criação e evolução conjunta da peça coreográfica com a música para a construção dramática da cena, viabilizando a unidade das formas na composição. Joos tinha como característica a criação híbrida entre Teatro e Dança, explorando as suas linguagens. Em 1925 com Sigmurd Leeder abriu a Escola de Dança Westfalische Akademie fur Bewegung, Sprache und Musik e no ano seguinte foi a Paris estudar Balé Clássico com a grande Bailarina Lubov Egorova. Em 1927, criou a coreografia ” Dança da Morte “ obtendo sucesso da critica e dos artistas de vanguarda. Entre suas principais obras temos ” A Mesa Verde ” ( 1932 ), que ganhou o Primeiro Prêmio do Concurso Internacional do Archives Internationales de la Danse em Paris. No ano seguinte, com a ascensão do nazismo, fugiu da Alemanha indo para a Holanda e depois para a Inglaterra. E, 1944, criou ” Pandora “ seu mais dramático trabalho sobre os horrores da guerra. Voltou para a Alemanha no final dos anos 40 continuando a coreografar e ministrar aulas, tendo entre seus alunos Pina Bausch.

KURT JOOSS

KURT JOOSS

KURT JOOSS - A MESA VERDE ( 1932 ) - REPRESENTAÇÃO DE 1955.

KURT JOOSS - A MESA VERDE ( 1932 ) - REPRESENTAÇÃO DE 1955.

KURT JOOSS - A MESA VERDE - REPRESENTAÇÃO DO AMERICAN BALLET THEATER EM 2005.

KURT JOOSS - A MESA VERDE - REPRESENTAÇÃO DO AMERICAN BALLET THEATER EM 2005.